Em 1983, o mundo da publicidade testemunhou um dos maiores acordos já firmados entre uma marca e um artista. A Pepsi, desesperada para conquistar o público jovem e destronar a Coca-Cola, fez uma jogada ousada: ofereceu 5 milhões de dólares a Michael Jackson para que ele se tornasse o rosto da empresa. Era uma soma inédita na época, mas eles sabiam que o investimento valeria cada centavo. Afinal, Michael Jackson não era apenas um astro da música — ele era um fenômeno cultural global, capaz de redefinir tendências e influenciar massas.
A parceria rendeu comerciais icônicos que ficaram marcados na história. O mais famoso deles, de 1984, mostrava crianças dançando ao som de uma versão adaptada de “Billie Jean“, até que Michael aparecia, replicando seus movimentos e reforçando a mensagem de que a Pepsi era a escolha da nova geração. O impacto foi imediato: as vendas da Pepsi dispararam, enquanto a Coca-Cola começava a sentir os primeiros sinais de uma crise. Pela primeira vez, a marca líder via sua hegemonia ameaçada — e tudo graças ao poder de um artista.
Mas a relação entre Michael Jackson e Pepsi ia além de simples comerciais. Durante uma década, a parceria se fortaleceu, transformando a empresa em um sinônimo de inovação e juventude. A estratégia deu tão certo que a empresa renovou o contrato com o astro várias vezes, garantindo que sua marca estivesse associada à estrela mais influente do planeta.
A parceria entre Michael Jackson e Pepsi durou impressionantes dez anos, um feito raro no mundo da publicidade. Mais do que apenas vender refrigerantes, a colaboração redefiniu o conceito de marketing de celebridades, provando que um artista poderia não apenas representar uma marca, mas transformá-la completamente.
Quando a Pepsi apostou em Michael, ela não comprou apenas um rosto famoso — comprou uma revolução cultural que a colocou à frente de sua maior rival.
Décadas depois, os comerciais estrelados por Michael Jackson ainda são lembrados como um marco da publicidade, e seu impacto na Pepsi permanece inegável. Enquanto a Coca-Cola tentava recuperar o terreno perdido, a Pepsi havia se consolidado como a bebida da nova geração.
No fim, os 5 milhões de dólares pagos ao Rei do Pop se mostraram um dos investimentos mais lucrativos da história. Porque, quando Michael Jackson entrava em cena, ele não apenas fazia sucesso — ele mudava o jogo.
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Naquelá ocasião Michael com sua coragem e ousadia enfrentou a empresa que mais representa o imperialismo eo capitalismo americano. Provou que por mais dinheiro que tivessem não eram unanimidade no mercado oferecendo à juventude uma nova opção de produto similar ou melhor. A empresa em questão sempre teve em mente poder comprar o que quisesse e ser simbolo dos EUA junto com uma famosa rede de fast food porem Michael com seu censo empreendedor provou que não era bem assim. Associou sua imagem à uma concorrente e desbancou a mega empresa bom para o consumidor. A genialidade de Michael uniu musica e negócios.
Ele, simplesmente lembrou que a marca, não vendia refrigerante para negros em uma época não muito distante. Ele arrasou com uma empresa racista.