• ”Michael”: Fotos das filmagens da cinebiografia sobre Michael Jackson revelam a Família Jackson

    ”Michael”: Fotos das filmagens da cinebiografia sobre Michael Jackson revelam a Família Jackson

    As filmagens de ”Michael” a cinebiografia sobre Michael Jackson está em pleno vapor! – Nesta quarta (7) as primeiras imagens mostram os atores Colman Domingo e Nia Long  no papel dos pais do Rei do Pop, Joe e Katherine Jackson

    Confira as fotos (Via TMZ)

    Coldman e Nia estão praticamente irreconhecíveis como a mãe e o pai de Michael – e, aliás, não foram apenas eles que estavam chegando no set para filmar: atores mirins, que provavelmente interpretarão as versões jovens do Jackson 5, também estavam no set.

    Assim como Colman e Nia, o ator mirim Juliano Valdi foi fotografado com o visual do jovem Michael Jackson:

    A descrição da cinebiografia garante que o filme cobrirá todos os aspectos da vida de Michael Jackson: “Michael entregará ao público um retrato fascinante e honesto do homem brilhante e complicado que se tornou o Rei do Pop. O filme traz seus triunfos e tragédias em uma escala épica — de seu lado humano e batalhas pessoais ao seu inegável talento criativo genial”.

    A data de estreia de Michael está prevista para 18 de abril de 2025

  • O fã que foi salvo por Michael Jackson

    O fã que foi salvo por Michael Jackson

    Enquanto performava a canção ‘Earth Song’, Michael Jackson subia em uma grua que o elevava para cima da plateia. Neste momento, um fã coreano escalou o aparato e se pendurou lá em cima, após agarrar-se no ídolo em um forte abraço:

    O amor dos fãs é uma coisa que não costuma ter limites. Para muitas pessoas, idolatrar um artista ou banda é algo levado bastante a sério. Colecionar itens, frequentar shows e participar de fã-clubes não costuma ser suficiente para alguns seguidores mais fanáticos de certas celebridades — muitos fazem loucuras para chegarem perto de seus ídolos.

    Michael Jackson, por exemplo, colecionou inúmeras histórias nesse sentido.

    Uma delas, ocorrida em 1996, ficou marcada na memória de muita gente: um fã chegou a arriscar sua própria vida para conseguir dar um abraço no Rei do Pop.

    Tudo aconteceu na cidade de Seul, capital da Coreia do Sul. Ali, Michael realizou dois shows da turnê ‘HIStory World Tour’, para um público total de 160 mil pessoas. No segundo deles, em 13 de outubro daquele ano, o incidente foi registrado.

    O incidente

    Enquanto performava a canção ‘Earth Song’, Michael Jackson subia em uma grua que o elevava para cima da plateia. Neste momento, um fã coreano escalou o aparato e se pendurou lá em cima, após agarrar-se no ídolo em um forte abraço.

    O perigo da situação deixa o cantor visivelmente assustado, visto que o admirador corria o risco de despencar de uma altura considerável e machucar-se bastante com a queda. Ciente disso, Michael Jackson prendeu o fã pela cintura e o manteve assim até que a grua é levada, em segurança, para uma altura confiável. A partir dali, a situação foi controlada pela equipe do cantor, que retirou o fã do palco.

    Durante todo o incidente, o fã pareceu estar tranquilo, sem temer por sua vida. Ele chega a interagir com a plateia e demonstra serenidade em sua expressão. Ao ser retirado pelos seguranças, no entanto, ele se agarra ao braço de Michael Jackson e eles precisam apelar à força bruta para soltá-lo.

    O mais incrível de toda a situação é que, apesar do susto, Michael Jackson continua a canção de maneira inabalável e nem sequer erra alguma nota. Na época e ainda na atualidade, fãs do Rei do Pop consideraram a atitude do ídolo como íntegra e solidária.

    Curiosamente, a apresentação foi toda registrada em vídeo e, posteriormente, foi lançada comercialmente em VHS, mas apenas na Coreia do Sul. Por esse motivo, a situação do fã foi eternizada em imagens que, com a popularização da internet, podem ser vistas ainda hoje em todo o mundo.

  • Miles Teller será John Branca, o advogado de Michael Jackson na cinebiografia ”Michael”

    Miles Teller será John Branca, o advogado de Michael Jackson na cinebiografia ”Michael”

    Miles Teller se junta ao elenco da cinebiografia de Michael Jackson, ”Michael” como John Branca, o advogado que ajudou a guiar sua carreira do Rei do Pop.

    Branca foi contratado por Jackson depois que ele demitiu seu pai, Joe Jackson, como gerente de carreira. Ele ajudou Michael a comprar a ATV Music Publishing em 1985 por US$ 47,5 milhões, que detinha os direitos autorais das músicas dos Beatles.

    Branca também atua como produto de “Michael” junto com John McClain como co-executores do Espólio.

    “As habilidades de Miles como ator estão à altura do desafio de interpretar um homem que desempenho um papel fundamental na vida de Michael Jackson”, disse em comunicado Antoine Fuqua, diretor do filme. “Ele é o ator perfeito no papel de John Branca.”

    Conhecido por papéis em Top Gun: Maverick e Whiplash, Miles estrelará ao lado de Jaafar Jackson que interpretará Michael Jackson;  Colman Domingo, que interpretará Joe Jackson, e  Nia Long como a matriarca da família, Katherine Jackson.

    A descrição da cinebiografia garante que o filme cobrirá todos os aspectos da vida de Michael Jackson: “Michael entregará ao público um retrato fascinante e honesto do homem brilhante e complicado que se tornou o Rei do Pop. O filme traz seus triunfos e tragédias em uma escala épica — de seu lado humano e batalhas pessoais ao seu inegável talento criativo genial”.

    A data de estreia de Michael está prevista para 18 de abril de 2025.

  • O dia que Michael Jackson parou o Brasil para gravar um clipe

    O dia que Michael Jackson parou o Brasil para gravar um clipe

    Videoclipe de “They Don’t Care About Us” teve cenas rodadas no Rio de Janeiro e em Salvador

    Houve um tempo em que popstars de primeira grandeza dificilmente apareciam por aqui. Foi por isso que em fevereiro de 1996, Michael Jackson “parou” o Brasil simplesmente para gravar um videoclipe. Com cenas rodadas em Salvador e no Rio de Janeiro, o clipe de “They Don’t Care About Us” foi um grande acontecimento pop em nosso país.

    A ideia de gravar no Brasil foi do próprio Michael. E então concretizou-se sua terceira vinda ao país. Em setembro de 1974 fez três shows (São Paulo, Rio e Brasília) com os Jacksons 5. Em outubro de 1993 foram dois shows da turnê Dangerous em São Paulo.

    Assim, a nova vinda do rei do pop atraiu grande cobertura da imprensa e atiçou a curiosidade das pessoas. Todos queriam acompanhar seus passos em pleno verão brasileiro. A vinda do astro ficou marcada por diversos acontecimentos desde a interação entre ídolo e fãs até turbulências em um dos locais das gravações.

    Proximidade com os fãs no Pelourinho

    Michael desembarcou em Salvador no dia 9 de fevereiro na companhia de sua equipe e do diretor Spike Lee, onde gravaria a primeira parte do clipe no Pelourinho, em Salvador. As cenas contaram com a participação de 200 músicos do grupo afro-brasileiro Olodum.

    Um dos principais pontos turísticos da capital baiana serviu de palco para que Michael performasse em meio a centenas de fãs escoltados por policiais. De acordo com a cobertura feita pelos jornais da época, foram mais de cinco horas de gravação.

    Na ocasião, muitas pessoas tentaram chegaram perto do cantor e algumas até se deram bem. Como foi o caso do garotinho que dança com Michael em uma das cenas.

    As tensões nas gravações no Rio de Janeiro

    No dia 11 de fevereiro, Michael seguiu para o Rio de Janeiro, onde teve a oportunidade de fazer uma passeio de helicóptero. Ainda que mais distante, ele fez questão de dar atenção ao público e apareceu na varanda do hotel para atirar objetos como fotos, bonés e até toalhas.

    Mas a passagem pela Cidade Maravilhosa não foi tão tranquila quanto Michael e a equipe esperavam. A ideia por trás de “They Don’t Care About Us” era retratar a história de pessoas humilhadas em todo mundo e chamar atenção para os governantes que deixavam seu povo à deriva.

    Por conta disso, as filmagens programadas para acontecer na comunidade Dona Marta, localizada na zona sul do RJ, quase não aconteceram. Políticos se opunham às gravações com medo de mancharem a imagem do Rio de Janeiro, que à época visava sediar as Olimpíadas de 2004. A polêmica foi parar em Brasília, com a tentativa de barrar os vistos de trabalho de toda a equipe.

    De alguma maneira, ter a aprovação do então prefeito César Maia facilitou as coisas para a equipe. Mas além de se acertar com a Polícia Militar, Guarda Municipal e Associação de Moradores, até mesmo o rei do pop precisaria ter uma autorização não-oficial: dos chefes do tráfico.

    Com todas as autorizações, Michael chegou cercado por seguranças e caminhou cerca de 15 minutos para chegar em seu camarim improvisado, que nada mais era do que uma casa da comunidade.

    Para as captações da segunda parte do clipe, ele escolheu uma camiseta do Olodum e não se intimidou ao cantar e dançar pelas estreias ruas da comunidade enquanto era observado pelos moradores, que no fim serviram como figurantes para o clipe.

    Reveja o clipe brasileiro de “They Don’t Care About Us”:

    por Carolina Stramasso

  • O passeio de helicóptero de Michael Jackson no Rio de Janeiro

    O passeio de helicóptero de Michael Jackson no Rio de Janeiro

    Michael Jackson, passeou, de helicóptero pelos diversos pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro

    O passeio de Michael Jackson de helicóptero pela cidade transformou-se numa aventura para os ocupantes dos cinco aparelhos envolvidos -dois levaram Jackson e seus convidados e três, jornalistas. Durante a meia hora que durou o passeio, os cinco pilotos trocaram xingamentos nervosos pelos rádios. Aflitos, eles temiam que pudesse acontecer um acidente.

    “Sai de cima de mim, você vai me derrubar”, gritou um, nervoso, quando os três helicópteros com jornalistas esperavam, sobre o Forte de Copacabana, a decolagem de Jackson. “Agora sai pra lá que é minha vez de ficar perto dele”, gritou outro, quando o helicóptero que transportava Jackson sobrevoava o morro Dona Marta.

    Encantado com a igreja da Candelária e com o arsenal de Marinha, logo em frente, Jackson pediu que o piloto parasse. Tumulto. Os outros quatro pilotos, assustados, temiam pela parada sobre a área militar.

    Novo susto ao sobrevoar o morro da Providência, atrás da Central do Brasil (centro), no caminho para o Sambódromo. “Aqui eles (os traficantes) não gostam de brincadeira. Avisa aí pro homem”, pediu um dos pilotos. A aventura prosseguiu quando Jackson pediu para sobrevoar a favela da Rocinha. Os cinco helicópteros fizeram rasantes sobre a favela, assustando os moradores. Depois da Rocinha, o alívio. “O homem pediu para voltar. Ele agora quer fazer compras. Até que enfim”, disse o piloto que transportou o cantor.

    Folha de São Paulo, fevereiro de 1996

  • Depoimento de fã: Michael Jackson no Brasil, 1996

    Depoimento de fã: Michael Jackson no Brasil, 1996

    Não consegui falar nada, mas ele agradeceu por eu estar ali, me deu uma bala e, apertando minha mão, pronunciou sua mais famosa frase: “I Love You”.

    ‘‘Três anos depois, no mesmo colégio, minha professora de inglês (que foi minha primeira amiga fã de MJ) me deu a notícia que mudaria minha vida para sempre: “Michael vem gravar um clipe aqui!”. Meu coração disparou, meu ar acabou e a gente já começou a fazer planos de como chegar perto dele.


    Uma semana depois foi decidido o lugar onde ele gravaria, o Morro Dona Marta, na Zona Sul da (minha) cidade. Alguns políticos tentaram impedir, alegando que isso ia denegrir a imagem da cidade. “Por que ele não grava em Copacabana?” gritou um deles! O que eles não entendiam é que MJ queria mostrar sim a pobreza desta comunidade, mas não para denegrir, e sim para escancarar este problema que precisava ser resolvido!*

    *De fato ele ajudou muito. Após sua passagem pela comunidade, o governo do Rio de Janeiro criou um programa de pacificação nas favelas cariocas. O Dona Marta foi o primeiro a ter este programa implantado. Hoje em dia o morro é totalmente pacificado e até ponto de turismo. Em 2010, inclusive, participei da inauguração de uma estátua em tamanho real, de Michael, que foi instalada na laje onde ele gravou o clipe, no alto do morro.

    Chegou o dia! Na madrugada do dia 11 de fevereiro daquele ano (1996), Michael desembarcou no Rio de Janeiro, após um dia inteiro de filmagens no Pelourinho, em Salvador.

    Cheguei à porta do hotel por volta das 5 da manhã e lá já estavam vários fãs!


    Por volta das 9h, Michael surge pela primeira vez na sacada (ele apareceu 5 vezes no total, uma hora em cada janela, brincando com os fãs). Dançou, acenou, gritou, brincou com o casal de crianças que o acompanhava, tudo na nossa frente, de frente à Praia de Copacabana (onde moro atualmente).


    Aproximadamente 3 horas mais tarde, começou uma aglomeração de seguranças na porta do hotel, anunciando a saída do rei do pop.

    Minha mãe, que é a grande responsável por este meu amor pelo Michael e que gritou mais do que eu, nesta ocasião, se informou e descobriu que no hotel não tinha heliporto e nem tão poucos um esquema de acompanhamento da polícia (como em todas as vezes que MJ fez algum percurso pela cidade) a espera de Michael, no hotel. Ou seja, ele teria que pegar o helicóptero em algum lugar. E o lugar mais próximo onde isso seria possível era o Forte de Copacabana, em frente ao hotel.

    Corremos para a porta do Forte, contrariando a multidão de fãs que permaneceram na porta do hotel. Mas convenhamos, Michael não poderia sair pela porta da frente, ele seria esmagado!

    Parece que a sorte estava do nosso lado, menos de cinco minutos depois, aparece no final da rua (fechada pela polícia), uma van verde com o vidro traseiro aberto. De longe, dava pra ver uma mão pra fora e pessoas correndo ao lado do carro. Sim, era a mão de MJ. Acenando para todos os que passeavam por Copacabana, naquele linda manhã de verão.

    Conforme ia se aproximando, Michael colocou metade do corpo pra fora da van e começou a apertar a mão das pessoas. Um fato que me marcou muito e que contradiz toda essa imagem de recluso e fresco que as pessoas gostam de dizer que ele tinha, foi o fato dele apertar a mão de um lixeiro que estava varrendo a rua. Imaginem só, em uma mão o lixeiro carregava sua vassoura e a outra apertava a mão de maior fenômeno da indústria fonográfica mundial.
    Quando finalmente Michael chegou à porta do Forte, eu estava tentando me aproximar do carro quando os seguranças fizeram aquela famosa barreira para não deixar os fãs se aproximarem.

    Mais uma vez eu contei com um empurrãozinho de Deus, pois eu estava usando uma camiseta com uma foto do Michael e, acreditem, MJ tinha jogado uma camiseta igual, para os fãs, da sacada do hotel. Quando ele me viu, tentando se aproximar dele e usando a camiseta (que certamente ele achou ser a que ele jogou na madrugada), fez sinal para os seguranças deixarem eu passar e assim eu o fiz. O carro parou por uns segundinhos, Michael esticou a mão para mim e sem ação, eu estiquei as minhas para ele. Não consegui falar nada, mas ele agradeceu por eu estar ali, me deu uma bala e, apertando minha mão, pronunciou sua mais famosa frase: “I Love You”.

    Quando o carro se foi, seu cheiro ficou todo em minha mão e desde então eu uso o mesmo perfume que ele usava naquele dia.’’

    por Leandro Lapagesse, produtor musical em entrevista para o MJVIPClub

  • Vivendo com Michael Jackson: curiosidades contadas por um de seus amigos

    Vivendo com Michael Jackson: curiosidades contadas por um de seus amigos

    Meu Amigo Michael não é uma biografia, mas como o nome diz, a história da amizade entre Michael Jackson e Frank Cascio. Frank conheceu Michael quando tinha apenas 4 anos através de Dominic Cascio (seu pai), que trabalhava em um hotel em que o cantor ficou hospedado. Michael gostou bastante de Dominic e começou a frequentar a casa da família Cascio.

    A primeira vez que Michael visitou a casa de Dominic foi em 1984, pouco tempo depois do lançamento de Thriller e no auge da fama.

    No livro, Frank conta de todas as fases da amizade desde o primeiro encontro até a morte de Michael. Cascio conta muitas histórias interessantes e que valem a pena ler, apesar da sensação de que coisas foram omitidas. Ele não conta nenhum podre daqueles realmente vergonhosos de nenhum dos dois, o que é difícil de imaginar que não tenha acontecido durante os 25 anos em que tiveram muito contato, especialmente quando trabalharam juntos. Na única vez que admite ter cometido um erro, justifica dizendo que só tinha melhor das intenções. Trabalhando para alguém tão perfeccionista quanto Michael Jackson, não duvido de ele ter achado erros no trabalho de Frank várias vezes, mas nada disso tem no livro. Também achei que ele dá uma certa romantizada em no jeito de contar algumas coisas.

    Falando assim pode parecer que o livro não é bom, mas é, especialmente quando fala sobre como Michael era rígido com tudo. Era perfeccionista fazendo dever de casa com Frank da mesma forma como era gravando um disco. Se qualquer detalhe, por menor que fosse, não tivesse certo em Neverland, já queria uma solução imediata.

    “Era capaz de mover um relógio cinco centímetros para coloca-lo no lugar exato. Trocava a mobília de posição. Gostava que as flores estivessem sempre frescas. Queria que a vegetação fosse perfeitamente podada. Enquanto zanzávamos pelo terreno, ele pegava o walkie-talkie dizia coisas como ‘precisamos de mais flores aqui’ e ‘aumente a música’, ou avisava aos responsáveis que não conseguia ouvir a trilha sonora dos pássaros cantando suas melodias incessantes”.

    Outro assunto que até hoje é bem falado é sobre as acusações de estupro. Frank esteve ao lado de Michael durante as duas acusações e, no livro, conta detalhes sobre os dois casos.

    Dentre várias curiosidades sobre Michael contadas por Frank Cascio em seu livro, alguns momentos interessantes sobre a vida do eterno Rei do Pop.

    Acusações

    Frank e seu irmão Eddie eram crianças e estavam em Neverland junto com Jordan (o menino que acusou Michael de estupro). Segundo Frank, Michael suspeitava que Jordan tinha sido manipulado pelo pai. O pai de Jordy era dentista e aspirante a roteirista de cinema e teria ficado com raiva de Michael por ter negado dinheiro para um filme. Frank também diz que se lembra de Jordan falando que o pai era violento.

    Chaplin, Bruce Lee e um… Tiranossauro!

    Michael era grande fã de cinema e imitava os movimentos de atores que admirava muito, como Charles Chaplin e Bruce Lee. Frank também conta que anos depois de “Billie Jean” ser lançada, colocou um novo movimento quando dançava a música. O tal movimento foi inspirado em um tiranossauro, de Jurassic Park.

    Tem que ler!

    Um dos grandes hábitos de Michael Jackson era a leitura. Quando chegavam em livrarias, Michael dizia para Frank e Eddie pegarem todos os livros que quisessem e que aquilo não era um gasto, mas um investimento. O primeiro livro que Michael deu para Frank ler foi O Poder do Pensamento.

    Neverland

    Manter Neverland custava 6 milhões de dólares por ano. Era um local tão diferente que era obrigado a ter até uma brigada anti-incêndio. “Por conta do tamanho e do isolamento de Neverland, os regulamentos do seguro e as leis do estado da Califórnia exigiam que ele tivesse sua própria brigada anti-incêndio no local, com um pequeno caminhão de bombeiros, que ostentava a logomarca do rancho e uma equipe de funcionários em tempo integral”.

    Michael sincero

    Em 2000, enquanto trabalhava no disco Invincible, chamou Rodney Jerkins para lhe mostrar 20 músicas. Rodney era considerado uns dos principais produtores do momento e tinha ajudado na produção de músicas que chegaram ao número 1. Michael recusou todas as 20 e disse para Rodney que ele precisava “sair do estúdio e encontrar novos sons”.

    Pai rígido

    Michael lia sempre para os filhos e não deixava eles assistirem TV.

    Clipe não

    Michael Jackson não gostava quando lhe perguntavam como seria um videoclipe que faria. “Curta metragem. É um curta metragem. Eu não faço videoclipes”.

    Frank e o relógio

    Em 2001, Michael estava completando 30 anos de carreira solo e, nesta época, ele e Frank já trabalhavam juntos. Cascio o ajudou bastante na organização dos dois shows comemorativos.

    Uma de suas tarefas foi ir em uma agência bancária escoltado por um policial para pegar um relógio emprestado do joalheiro David Orgell. O relógio custava 2 milhões de dólares e tinha que ser devolvido no dia seguinte ao segundo show. O problema é que o segundo show aconteceu no dia 10 de setembro e a agência bancária ficava no World Trade Center. Frank deu sorte que o atentado do dia 11 aconteceu quando ele ainda estava dormindo.

  • Michael Jackson detestava fazer audições de suas músicas para a gravadora

    Michael Jackson detestava fazer audições de suas músicas para a gravadora

    ”A audição é um grande encontro durante o qual os executivos da gravadora ouvem o novo álbum – e Michael Jckson detestava fazer audições para gravadoras.

    Embora em anos anteriores, quando foi sugerido fazer esse tipo de coisa, Michael não comparecia em nenhuma dessas sessões. No entanto, seus gerentes na época, Sandy Gallin e Jim Morey, pediram-lhe para participar de uma audição para os executivos da Sony ouvir pela primeira vez o álbum HIStory, no Larrabee Studios, em Hollywood.

    Eu lembro que Michael estava muito relutante. Nós éramos cerca de 30 pessoas sentadas na sala de controle do Larrabee North Studios. Michael estava lá junto com Macaulay Culkin. Eu estava sentada com Michael, Macaulay, Sandy Gallin e Jim Morey no fundo da sala de controle.

    O álbum inteiro tocou — a incrível música do Rei do Pop, Michael Jackson.

    Depois de ouvirmos todo o álbum, aqueles “gênios” da gravadora simplesmente se levantaram e saíram sem dizer UMA PALAVRA.  Nem uma salva de palmas, nem um comentário, nem uma reação … NADA!

    Eu fiquei absolutamente mortificada! Como as pessoas que deveriam estar no ramo da música são tão estúpidas?

    Sandy Gallin pulava de um lado para o outro balançando os braços enquanto gritava: “Vocês estão sem cérebro?”

    Havia lágrimas nos olhos de Michael! Indo para o estacionamento para pegar nosso carro, Michael me disse:

    “Eu nunca mais vou fazer isso!”.

    por Bea Anderson Swedien, esposa do engenheiro de som de longa data de Michael, Bruce Swedien

  • Michael Jackson e Vincent Paterson: a origem do videoclipe ‘Smooth Criminal’

    Michael Jackson e Vincent Paterson: a origem do videoclipe ‘Smooth Criminal’

    “Quero que você ouça uma música. Ainda não terminei a letra mas vou chamá-la de Smooth Criminal.” — disse Michael Jackson para o coreógrafo Vincent Paterson

    O dançarino e coreógrafo Vincent Paterson havia colaborado com Michael Jackson em dois curtas-dois metragens musicais mais lendários da década de 1980, “Beat It” e “Thriller” como dançarino de apoio. Quatro anos depois, em 1987, Vincent recebeu um telefonema de Michael e convidou para uma conversa em um estúdio de gravação.

    Ao chegar no estúdio, Vincent sentou-se lado a lado de Michael enquanto o engenheiro de som ao lado tocava a versão inicial de Smooth Criminal.

    Quando a música acabou, Michael perguntou para Vincent: “O que você acha?” Vincent ficou intrigado, mas respondeu com entusiasmo: “Acho que a música é cheia de poder, tem um som muito original e é perfeita para dançar!”.

    Depois que eles a ouviram várias vezes, Michael deu a Vincent uma fita e pediu para que levasse a música para casa.

    Ele disse:

    “Quero que essa música tenha uma conversa profunda com você.”.

    “Eu não entendo o que você quer dizer? Você vai usar essa música para um videoclipe? Você quer que eu me junte como dançarino de apoio?” perguntou Vincent disse a Michael.

    “Coreografe a música e faça o que a música quer ser!”

    Michael continuou: “Estou pensando … dezenas de pessoas em um clube. Com smokings e cartolas… Mas deixe a música dizer o que quer ser!”.

    Vincent pegou a fita e disse: “Obrigado”.

    Annie are you Ok?

    Em 13 de outubro de 1988, o curta-metragem Smooth Criminal teve a sua premiere mundial pelos canais da MTV. O Rei do Pop nos deu  outra  memorável história, colocando-nos profundamente dentro do alternativo mundo do submundo da Chicago dos anos trinta,

    Um clássico:

  • Arquivo HIStórico: Michael Jackson chega ao Brasil para gravação de novo videoclipe no país

    Arquivo HIStórico: Michael Jackson chega ao Brasil para gravação de novo videoclipe no país

    Com máscara cirúrgica, chapéu preto e vestindo um pesado casaco vermelho, ele enfrentou o calor de 40 graus. Mesmo assim, estava bem-humorado e receptivo aos fãs, que o aguardavam desde a madrugada

    ‘‘O cantor Michael Jackson e o cineasta Spike Lee chegaram a Salvador, onde gravaram cenas do clipe da música They Don’t Care About Us. Jackson desembarcou às 11h45 no Aeroporto 2 de Julho, com duas crianças americanas. Com máscara cirúrgica e chapéu pretos e vestindo um pesado casaco vermelho, ele enfrentou o calor de 40 graus. Mesmo assim, estava bem-humorado e receptivo aos fãs, que o aguardavam desde a madrugada.

    O cantor surpreendeu os 200 soldados da Aeronáutica que faziam a segurança do local, ao correr de mãos dadas com as duas crianças pela pista. Jackson fez questão de se aproximar do terraço do aeroporto e acenar para os fãs. Atônitos, os soldados tentaram impedir que os fotógrafos se aproximassem e, por pouco, a chegada não termina em pancadaria.

    Mais comedido, Spike Lee nem sequer acenou para a imprensa, mas posou para fotos ao lado de Jackson. Por alguns segundos, o cineastas inverteu o foco das atenções e registrou, com uma pequena máquina fotográfica, o trabalho da imprensa. Pouco depois, Jackson entrou no furgão que o levou ao Tropical Hotel da Bahia. Desconhecido do grande público, o cineasta atravessou tranquilamente o saguão do aeroporto em direção aos veículos da comitiva.

    O cantor e Lee chegaram à Bahia no vôo 380 da Varig, sem nenhum esquema especial. O avião nem sequer tinha primeira classe. Os dois viajaram como anônimos passageiros e passaram boa parte do trajeto dormindo, segundo Lee. O diretor foi um dos primeiros a deixar o avião. Jackson foi o último.

    “Com amor” — Antes de desembarcar na Bahia, Jackson e sua equipe fizeram escala no Rio. Ao lado de Spike Lee e de mãos dadas com as duas crianças, o cantor saiu direto do vôo 861, da Varig, que pousou no Aeroporto do Galeão às 8h20, para a sala Vip da empresa, onde esperou o embarque para Salvador. Ele não quis falar com ninguém e pediu para não ser fotografado. O máximo que fez foi dar autógrafos para duas crianças e assinar o “livro de ouro” no aeroporto. Sua mensagem foi simples: “Com amor, Michael Jackson.” Spike Lee também assinou o livro e escreveu: “Paz e amor para o Brasil. Do Brooklin para o Rio, Spike Lee.”

    Estado de São Paulo, 10 de fevereiro de 1996, por Roberta Jansen, com colaboração de Adriana Ferreira