Um novo capítulo surgiu na interminável disputa judicial movida por Wade Robson e James Safechuck contra as empresas de Michael Jackson. Desta vez, a polêmica envolve Marion Goodgame, uma senhora de 84 anos que trabalhou na MJJ, e que foi intimada a entregar documentos e fotos relacionados ao cantor.
Os advogados da ex-funcionária alegam que a intimação é abusiva e que ela não possui papel relevante no processo. Marion enfrenta sérios problemas de saúde e seus representantes afirmam que forçá-la a depor significaria submetê-la a risco físico e emocional desnecessário.
Acusadores em xeque
Enquanto isso, os acusadores — Robson, 42, e Safechuck, 47 — seguem insistindo em ações que já foram rejeitadas diversas vezes nos tribunais, sendo reabertas apenas por mudanças na lei da Califórnia. Ambos são conhecidos por contradições graves: Robson chegou a testemunhar em 2005 em defesa de Michael, e só anos depois mudou sua versão.
Ainda assim, suas alegações continuam a arrastar empresas ligadas ao artista para o tribunal, mais de 15 anos após sua morte.
Contexto crítico
O uso do depoimento de uma ex-funcionária idosa reforça a impressão de que os acusadores estão tentando manter vivo um caso enfraquecido, estendendo-o a pessoas periféricas sem ligação direta.
Jackson, absolvido em vida, segue alvo de processos que mais parecem disputas oportunistas do que busca legítima por justiça.



