Apesar do que parte da imprensa insiste em noticiar de forma equivocada, “This Is It” segue sendo o filme-concerto de maior bilheteria da história do cinema mundial. Lançado em 2009, o documentário arrecadou US$ 267,9 milhões, um feito ainda mais impressionante quando se considera que esse valor não inclui a correção pela inflação dos últimos 16 anos.
É importante lembrar que o cinema é um mercado global, não restrito a números domésticos ou rankings locais. Avaliar impacto real apenas com base em bilheteria de um único país distorce a realidade. O sucesso de “This Is It” foi planetário, refletindo a força de um artista que atravessou fronteiras culturais, linguísticas e geracionais.
Mesmo assim, a mídia frequentemente tenta relativizar esses números. O motivo é claro: existe uma busca constante por artistas com números inflados por estratégias de streaming, muitas vezes artificiais, para tentar criar comparações diretas com Michael Jackson. A tentativa se repete, mas o resultado nunca se sustenta no longo prazo.
Hoje, Michael Jackson não é apenas um artista de catálogo ou estatística. Ele se tornou legado, algo que ultrapassa rankings semanais e manchetes momentâneas. Seu nome funciona como marca cultural, reconhecida mesmo por quem não viveu seu auge.
Por isso, enquanto surgem tentativas de “superar” seus números, Michael Jackson permanece inalcançável. Não apenas pelos valores arrecadados, mas pelo impacto real, mensurável e duradouro. Alguns artistas fazem sucesso. Outros entram para a história. Michael Jackson já está lá.




