Nenhum artista chegou perto: os números históricos de Michael Jackson em 2009 | MJ Beats
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Nenhum artista chegou perto: os números históricos de Michael Jackson em 2009

O ano de 2009 entrou para a história da música de forma definitiva. Após sua passagem em 25 de junho, Michael Jackson protagonizou o maior fenômeno de consumo musical já registrado, superando qualquer artista vivo ou morto. Não foi apenas comoção. Foram números frios, auditáveis e impossíveis de ignorar, que redesenharam o mercado global da música em questão de semanas.

Somente nos Estados Unidos, 11,3 milhões de faixas digitais de Michael Jackson foram baixadas naquele ano, um volume sem precedentes até então. No Reino Unido, 2,8 milhões de álbuns físicos foram vendidos, mostrando que o impacto não se limitava ao mercado digital. Era um movimento global, simultâneo e massivo, algo que nenhum outro artista conseguiu provocar.

Entre o dia 25 de junho e o fim de novembro de 2009, os dados se tornaram ainda mais impressionantes. Foram 7 milhões de álbuns vendidos, 10,2 milhões de downloads de faixas e 1,3 milhão de DVDs comercializados apenas nos Estados Unidos. Nenhuma campanha de marketing foi capaz de gerar algo semelhante. O que impulsionou esses números foi a relação direta entre obra e público.

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Michael Jackson em This Is It, 2009

Na manhã seguinte à sua passagem, o impacto foi imediato. Mais de 1 milhão de reproduções de “Beat It” no YouTube em poucas horas mostraram que o interesse não era passageiro. Era uma retomada espontânea, orgânica, guiada por pessoas que decidiram revisitar, redescobrir ou conhecer pela primeira vez um catálogo que atravessou gerações.

Na primeira semana após 25 de junho, 2,6 milhões de downloads de músicas de Michael Jackson foram vendidos nos Estados Unidos. Nenhum artista, em nenhum outro momento, alcançou algo semelhante em um intervalo tão curto. Não houve lançamento novo, não houve turnê ativa, apenas um legado falando mais alto do que qualquer estratégia comercial.

Esses números desmontam qualquer narrativa que tente minimizar sua relevância comercial no século XXI. Em plena transição da indústria para o digital, Michael Jackson dominou todas as frentes ao mesmo tempo: downloads, álbuns físicos, DVDs e plataformas online. Foi um domínio completo, transversal e absoluto.

O mais revelador é que esse fenômeno não se sustentou em nostalgia vazia. Ele foi alimentado pela força do catálogo, pela qualidade das músicas e pela presença cultural que Michael Jackson manteve viva ao longo de décadas. 2009 não foi um pico artificial, mas a prova final de sua dimensão histórica.

Nunca antes, e nunca depois, um artista gerou tamanha movimentação comercial em tão pouco tempo. 2009 consolidou um fato incontestável: nenhum artista vendeu tanto quanto Michael Jackson após sua passagem em 25 de junho. A indústria seguiu em frente, mas aquele ano permanece como um marco que ainda desafia comparações.