A recente passagem da turnê DeBÍ TiRAR MáS FOToS, de Bad Bunny, movimentou impressionantes 212 toneladas de equipamentos no Brasil, tornando-se a segunda maior operação aérea já realizada por um artista no país. É um feito grandioso, que demonstra a força da música latina e a dimensão do mercado atual. No entanto, por mais impactante que seja, esse número ainda não supera um marco estabelecido há mais de trinta anos.
O recorde que permanece intocado
Em 1993, Michael Jackson trouxe cerca de 400 toneladas de equipamentos ao Brasil com a histórica Dangerous World Tour. Foi a maior operação aérea já realizada por um artista no país, um recorde que segue imbatível. Em uma época com menos tecnologia logística e menos recursos globais do que hoje, a dimensão da estrutura impressiona ainda mais. Não era apenas um show, era um evento que parava a cidade e mobilizava o país.
O espetáculo que redefiniu padrões
Os dois shows realizados nos dias 15 e 17 de outubro de 1993, no Estádio do Morumbi, em São Paulo, ficaram marcados como o verdadeiro show do século. A estrutura era gigantesca, os efeitos especiais eram inéditos e a performance elevava o entretenimento ao vivo a um novo patamar. Michael Jackson não apenas trouxe toneladas de equipamentos, ele trouxe um conceito de espetáculo que passou a ser referência mundial.
Bad Bunny escreve um capítulo importante na história recente dos grandes eventos no Brasil. Mas quando se fala em grandiosidade, impacto e recorde absoluto de estrutura aérea, Michael Jackson ainda é o maior. Seu feito não é apenas um número, é um símbolo de uma era em que o impossível parecia rotina no palco.




