É profundamente irônico que a mesma mídia que passou mais de 30 anos tentando destruir Michael Jackson seja hoje a principal responsável por não conseguir apagá-lo. Se não tivesse insistido, dia após dia, em acusações frágeis, insinuações cruéis e julgamentos morais sem prova, talvez tivesse mais sucesso agora. O excesso virou erro. A perseguição constante deixou rastros demais para serem ignorados.
Ao insistir em transformar suspeitas em verdades absolutas, a mídia acabou criando algo que não pode mais controlar: registro público. Investigações oficiais, processos legais e um julgamento real ocorreram sob os olhos do mundo. Diferente de manchetes passageiras, esses fatos ficaram arquivados, disponíveis e verificáveis. E todos eles apontam para o mesmo lugar: a inocência legal de Michael Jackson.
Hoje existem montanhas de documentos que desmontam a narrativa sensacionalista. Transcrições judiciais completas, depoimentos feitos sob juramento, cronogramas policiais detalhados e até arquivos do FBI, que confirmam não ter encontrado nada incriminador após anos de apuração. Não é opinião, é papel, carimbo e assinatura oficial.
Além disso, o próprio discurso acusatório se desfez com o tempo. Testemunhas se contradisseram, acusadores mudaram versões, datas e histórias. Figuras conhecidas da mídia foram flagradas mentindo ou omitindo informações essenciais. Há ainda tentativas de extorsão documentadas, ignoradas convenientemente quando não serviam ao espetáculo.
O resultado é simples e constrangedor. Quando tentam reviver o ataque, falham miseravelmente. Não porque Michael Jackson precise de defesa emocional, mas porque os fatos já falaram. A mídia tentou cancelar um homem e acabou construindo, sozinha, o arquivo que impede esse cancelamento.
Quanto mais atacaram, mais provas deixaram. E agora, não há edição que apague isso.




