O status lendário de Michael Jackson não mostra sinais de enfraquecimento. Para os fãs, sua presença segue viva, pulsando nas pistas, nas telas e agora também nos números impressionantes do streaming. Mesmo após sua partida em 2009, a força de sua música continua a atravessar gerações, conquistando novos ouvintes sem perder os antigos.
Em janeiro, Michael alcançou mais um feito histórico ao entrar para o Spotify Billions Club, a seleção especial dedicada a canções que superaram um bilhão de reproduções. Um reconhecimento que confirma aquilo que os fãs sempre souberam: o Rei do Pop é atemporal.
A canção celebrada foi “Smooth Criminal”, que ultrapassou a marca de um bilhão de streams 38 anos após seu lançamento. O feito não é apenas estatístico, mas simbólico, mostrando como a música segue atual e relevante, mesmo décadas depois de sua estreia.
Lançado em 1988, o videoclipe apresentou ao mundo o inesquecível “anti-gravity lean”, movimento que se tornou uma das assinaturas mais reconhecidas de Michael Jackson. Para os fãs, aquela cena não é apenas dança, é história viva da cultura pop.
Com ritmo envolvente e coreografia marcante, “Smooth Criminal” recebeu importantes prêmios, como Melhor Vídeo no Brit Awards de 1989 e no People’s Choice Awards. A faixa integra o álbum Bad, lançado em 1987, um dos trabalhos mais celebrados de sua carreira.
O disco também reúne clássicos eternos como “Billie Jean”, “Thriller” e “Beat It”. Todos eles seguem fortes no streaming. “Billie Jean” já ultrapassa 2,5 bilhões de reproduções, enquanto “Beat It” soma mais de 1,6 bilhão, números que refletem a devoção contínua do público.
A cinebiografia Michael e o legado nas telas
Da música para o cinema, o legado do Rei do Pop ganha um novo capítulo com a cinebiografia Michael, que chega aos cinemas em abril. O filme é estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, escolhido para dar vida ao tio em uma das produções mais aguardadas pelos fãs.
Jaafar revelou que nunca sonhou em ser ator nem imaginou interpretar Michael Jackson. Segundo ele, o papel surgiu como um chamado, exigindo dedicação total para alcançar autenticidade e respeito à história do artista. Uma responsabilidade que ecoa diretamente no coração dos admiradores.
O diretor Antoine Fuqua destacou o impacto da primeira performance de Jaafar, afirmando que, assim que a música começou e os primeiros movimentos surgiram, ficou claro que algo especial estava acontecendo. Para os fãs, o filme representa mais do que uma biografia: é a continuidade de um legado que nunca deixou de brilhar.




