A história do curta musical Blood on the Dance Floor revela mais um capítulo curioso da carreira de Michael Jackson. O projeto foi codirigido pelo próprio Rei do Pop ao lado do coreógrafo Vincent Patterson, parceiro criativo que já havia trabalhado com Jackson em clipes como Thriller e Smooth Criminal.
Uma versão alternativa que quase ninguém viu
Durante a produção, Vincent Patterson decidiu experimentar algo diferente. Ele gravou uma versão alternativa do vídeo usando uma câmera de 8 mm, criando um visual cru e quase documental. O resultado chamou atenção de quem viu. O escritor David Noh descreveu o material como granulado, superexposto e surpreendentemente provocativo. Era um estilo distante do acabamento luxuoso que normalmente marcava os videoclipes de Michael Jackson.
Segundo o próprio Patterson, Michael ficou entusiasmado com o resultado e teria gostado da estética mais ousada e diferente do vídeo. Porém, a reação dentro da gravadora foi outra. A Sony considerou o material inadequado para lançamento oficial e decidiu barrar a divulgação daquela versão alternativa. Assim, um trabalho que tinha o apoio do próprio artista acabou guardado longe do público.
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