A China está fazendo seu nome no cenário do entretenimento global. E, dessa vez, quem impulsiona esse movimento são os fãs de Michael Jackson. Em Xangai, o lançamento do filme Michael ganhou proporções incomuns. A Universal Pictures levou a divulgação a outro nível ao instalar telões gigantes em pontos turísticos da cidade, exibindo trailers e comerciais do longa. O resultado foi imediato: uma sensação coletiva que muitos descreveram como estar em um verdadeiro show.
Uma estreia que virou evento coletivo
O impacto não ficou apenas na publicidade. O público respondeu com entusiasmo raro. As duas maiores plataformas de ingressos da China, Maoyan e Taopiaopiao, registraram notas impressionantes: 9,6/10 e 9,5/10, respectivamente. São as maiores pontuações de 2026 para qualquer filme estrangeiro no país.
Na prática, isso coloca o filme no mesmo nível de aprovação máxima do CinemaScore, algo raro mesmo para grandes produções. A repercussão boca a boca foi espetacular, consolidando o longa como uma das experiências mais bem recebidas do cinema hollywoodiano no período pós-pandemia.
Bilheteria forte e expectativa de crescimento
Nos números, o desempenho acompanha o entusiasmo. O filme arrecadou cerca de US$ 1,6 milhão na sexta-feira de estreia, com mais de 80 mil exibições. Antes disso, já havia acumulado aproximadamente 107 mil dólares em pré-estreias entre quarta e quinta-feira.
O resultado superou produções como Devoradores de Estrelas e ficou muito próximo de F1, que teve uma abertura mais ampla. Para o sábado, a expectativa cresce ainda mais, com aumento para 85 mil sessões e cerca de US$ 550 mil em pré-vendas antecipadas.
A projeção para o fim de semana de estreia gira entre US$ 7 milhões e US$ 10 milhões, números que colocam o filme lado a lado com grandes lançamentos recentes como Barbie e The Matrix Resurrections.



Com estreia em primeiro lugar na China e arrecadação inicial de aproximadamente ¥10,6 milhões (US$ 1,55 milhão), o filme prova que o nome Michael Jackson ainda move multidões. E mais do que isso, mostra que sua história continua relevante para novas gerações, mesmo em mercados distantes culturalmente.
O que se vê na China não é apenas o lançamento de um filme. É a confirmação de um legado que atravessa décadas, fronteiras e formatos.
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