O sucesso mundial de MICHAEL continua crescendo em ritmo impressionante. A cinebiografia sobre Michael Jackson está cada vez mais próxima da marca de US$ 800 milhões em bilheteria mundial, consolidando-se como um dos maiores fenômenos cinematográficos de 2026.
Mesmo enfrentando desafios importantes no mercado internacional, o longa segue demonstrando uma força rara nas salas de cinema ao redor do mundo.
No quinto fim de semana em cartaz internacionalmente, MICHAEL arrecadou impressionantes US$ 28,5 milhões fora dos Estados Unidos, registrando uma queda de 53%, influenciada principalmente pela forte onda de calor que atingiu diversos países da Europa.
Ainda assim, os números seguem extremamente sólidos quando comparados a outros gigantes recentes do cinema. No mesmo período, Bohemian Rhapsody havia arrecadado US$ 37 milhões internacionalmente, enquanto Oppenheimer registrava US$ 32,6 milhões.
MICHAEL já soma US$ 782 milhões mundialmente
Até agora, MICHAEL acumula impressionantes:
US$ 468,1 milhões internacionalmente em 83 mercados
US$ 314,2 milhões nos Estados Unidos
US$ 782,4 milhões mundialmente
Os números colocam a cinebiografia acima do desempenho de grandes sucessos recentes no mesmo período de exibição.
Para comparação:
Bohemian Rhapsody tinha US$ 539,5 milhões
Oppenheimer acumulava US$ 718,6 milhões
O mais impressionante é que mercados extremamente importantes ainda nem estrearam o filme oficialmente.
A Rússia recebe MICHAEL em 28 de maio, enquanto o aguardado lançamento no Japão acontece em 12 de junho.
O caminho para US$ 1 bilhão já começou
É praticamente garantido que MICHAEL ultrapasse a marca de US$ 900 milhões globais nas próximas semanas. Agora, a grande expectativa gira em torno da possibilidade do longa alcançar o histórico US$ 1 bilhão mundial.
Grande parte dessa projeção depende justamente do desempenho em mercados estratégicos como Rússia e Japão. Para efeito de comparação, Bohemian Rhapsody arrecadou cerca de US$ 16,4 milhões na Rússia e impressionantes US$ 115,7 milhões no Japão durante sua trajetória nos cinemas.
O cenário reforça algo que o público vem testemunhando desde a estreia: MICHAEL deixou de ser apenas uma cinebiografia.
O filme se transformou em um verdadeiro evento global impulsionado pela força atemporal de Michael Jackson.




