O fenômeno de MICHAEL continua crescendo nos cinemas mundiais e mostrando que o legado de Michael Jackson permanece extremamente forte. Mesmo enfrentando concorrência pesada e diversas controvérsias, o longa dirigido por Antoine Fuqua segue acumulando números impressionantes nas bilheteiras globais.
Estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do próprio Michael Jackson, o filme estreou na América do Norte em 24 de abril arrecadando US$ 97,2 milhões em apenas três dias, conquistando a maior abertura doméstica da história para uma cinebiografia musical.
O elenco reúne nomes importantes de Hollywood, incluindo Colman Domingo como Joseph Jackson, Nia Long como Katherine Jackson, Mike Myers interpretando Walter Yetnikoff, além de outros artistas conhecidos como Kendrick Sampson, Larenz Tate, Liv Symone e Miles Teller.
Segundo a Lionsgate, o filme deve encerrar seu segundo fim de semana completo nos cinemas com aproximadamente US$ 423,9 milhões arrecadados mundialmente, sendo US$ 183,3 milhões nos Estados Unidos e outros US$ 240,6 milhões internacionalmente.
MICHAEL já supera clássicos históricos
Com esses números, MICHAEL se tornou apenas a segunda cinebiografia musical da história a ultrapassar os US$ 400 milhões globais, ficando atrás apenas de Bohemian Rhapsody, que arrecadou mais de US$ 900 milhões.
Além disso, o longa já entrou para a lista dos musicais de maior bilheteria da história do cinema. Em poucos dias, ultrapassou mais de 20 produções clássicas e alcançou o Top 30 mundial.
Entre os filmes superados por MICHAEL estão títulos extremamente conhecidos como Grease, Chicago, The Sound of Music e animações clássicas da Disney, como Mulan, Pocahontas e A Branca de Neve e os Sete Anões.
O crescimento do filme chama ainda mais atenção porque ele continua forte mesmo diante de críticas negativas. Atualmente, MICHAEL possui apenas 38% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Ainda assim, a reação do público é completamente diferente.
O público continua impulsionando o filme
Enquanto parte da crítica especializada permanece dividida, o público demonstra enorme apoio ao longa. A produção alcançou impressionantes 97% de aprovação dos espectadores no Popcornmeter do Rotten Tomatoes, mostrando que os fãs continuam profundamente conectados à música e à história de Michael Jackson.
Outro ponto bastante comentado é o fato de o filme encerrar sua narrativa na turnê do álbum Bad, sem abordar diretamente as acusações que marcaram os anos posteriores da vida do cantor. Mesmo assim, isso não parece ter afastado o interesse das audiências globais.
Pelo contrário. O desempenho atual indica que MICHAEL pode continuar subindo rapidamente entre os musicais de maior bilheteria da história. Caso ultrapasse os US$ 500 milhões até o final do terceiro fim de semana, o filme avançará ainda mais no ranking mundial, superando produções como The Greatest Showman, Os Misérables e La La Land.
E as projeções mais otimistas indicam que o longa ainda pode mirar marcas muito maiores. Para entrar oficialmente no Top 10 dos musicais mais lucrativos da história, MICHAEL precisaria ultrapassar os US$ 758 milhões arrecadados por Wicked.
Independentemente de onde sua trajetória termine, uma coisa já ficou clara para Hollywood: décadas depois, Michael Jackson continua sendo um dos nomes mais poderosos e lucrativos do entretenimento mundial.




