A força de MICHAEL nos cinemas americanos continua impressionando a indústria. A cinebiografia sobre Michael Jackson alcançou oficialmente US$ 203,9 milhões nos Estados Unidos e já entrou para a história como apenas a segunda cinebiografia musical a ultrapassar a marca de US$ 200 milhões no mercado doméstico.
O desempenho coloca o longa em rota direta para superar Bohemian Rhapsody, que encerrou sua trajetória nos EUA com US$ 216,4 milhões. Segundo analistas da indústria, a ultrapassagem deve acontecer já neste sábado, transformando MICHAEL na maior cinebiografia musical da história do cinema americano.
O que mais chama atenção é a estabilidade do filme nas bilheterias. Em sua segunda quinta-feira em cartaz, o longa arrecadou cerca de US$ 4 milhões, registrando uma queda de apenas 39,2% em relação à quinta-feira anterior. O resultado é considerado extremamente forte para um blockbuster desse tamanho.
Para comparação, Bohemian Rhapsody arrecadou US$ 1,8 milhão em sua segunda quinta-feira, com uma queda muito maior, de 48,8%.
Uma das maiores quintas-feiras já registradas
Os números colocaram MICHAEL entre os maiores desempenhos da história para lançamentos de abril.
O filme registrou a sétima maior segunda quinta-feira da história para filmes lançados em abril, ficando atrás apenas de produções gigantescas como:
Vingadores: Ultimato com US$ 7,5 milhões
Vingadores: Guerra Infinita com US$ 6,9 milhões
Um Filme Minecraft com US$ 6,5 milhões
Pecadores com US$ 5 milhões
Super Mario Bros. O Filme com US$ 4,9 milhões
Capitão América: O Soldado Invernal com US$ 4,3 milhões
Logo atrás aparece MICHAEL, com US$ 4 milhões arrecadados.
O desempenho também garantiu outro marco impressionante. O longa registrou a terceira maior segunda quinta-feira da história para qualquer cinebiografia, ficando atrás apenas de Oppenheimer, que arrecadou US$ 5,6 milhões, e A Paixão de Cristo, com US$ 4,2 milhões.
Ao mesmo tempo, o filme conseguiu superar títulos extremamente populares como Sniper Americano, que havia registrado US$ 3,7 milhões.
Nem a perda do IMAX desacelerou o filme
Outro detalhe importante ajuda a explicar por que Hollywood acompanha os números de MICHAEL tão de perto. O longa perdeu praticamente todas as salas premium e IMAX para novas estreias como O Diabo Veste Prada 2 e Mortal Kombat 2.
Normalmente, essa troca provoca quedas muito maiores na arrecadação. Mesmo assim, o público continuou comparecendo em massa às sessões do filme estrelado por Jaafar Jackson.
As projeções atuais indicam que o longa pode terminar sua trajetória entre US$ 300 milhões e US$ 340 milhões apenas nos Estados Unidos, dependendo da estabilidade nas próximas semanas.
O mais impressionante é que o sucesso deixou de ser apenas um evento para fãs de Michael Jackson. O filme se transformou em um fenômeno cultural amplo, atraindo diferentes gerações e repetindo nos cinemas o mesmo impacto que o Rei do Pop teve na música durante décadas.
E agora, com mais de US$ 203 milhões arrecadados e recordes históricos cada vez mais próximos, MICHAEL já ocupa um espaço definitivo entre os maiores acontecimentos cinematográficos de 2026.




