O filme MICHAEL, cinebiografia de Michael Jackson, continua demonstrando uma força incomum nas bilheteiras globais ao comparar sua primeira e segunda semana nos cinemas. Em vez de sofrer quedas bruscas, como é comum em grandes lançamentos, o longa apresenta quedas controladas e até crescimento em vários mercados, reforçando o interesse contínuo do público.
No Reino Unido, por exemplo, o filme saiu de US$ 14,6 milhões para US$ 12 milhões, uma queda de apenas 17%. Já na França, foi de US$ 10,2 milhões para US$ 9,1 milhões, com um detalhe importante: a média por sala aumentou, sinal claro de salas ainda cheias.
Estabilidade global chama atenção
Ao observar os principais mercados, o padrão se repete com consistência e equilíbrio:
• Alemanha: de US$ 5,9 milhões para US$ 5,3 milhões
• Itália: de US$ 8 milhões para US$ 5,4 milhões
• Espanha: praticamente estável em US$ 5,1 milhões
• Países Baixos: leve queda de US$ 2,04 milhões para US$ 1,97 milhão
• Brasil: quase estável, de US$ 6 milhões para US$ 5,87 milhões
• Colômbia: crescimento de US$ 2,7 milhões para US$ 2,8 milhões
• Peru: queda mais forte, mas ainda relevante, de US$ 2,7 milhões para US$ 1,7 milhão
Esse conjunto de dados mostra um cenário raro: o filme mantém sua força em praticamente todos os territórios, com perdas pequenas e até avanços em mercados estratégicos.
Crescimento em mercados inesperados
Em regiões fora do eixo tradicional, o desempenho surpreende ainda mais. A Arábia Saudita cresceu de US$ 1,23 milhão para US$ 1,6 milhão, enquanto outros mercados do Oriente Médio também avançaram, chegando a US$ 1,4 milhão.
Na Malásia, o salto foi significativo, indo de US$ 756 mil para US$ 915 mil, um aumento de 21%. Já na Austrália, houve uma queda mais acentuada, de US$ 5,7 milhões para US$ 4,4 milhões, mas ainda dentro de um padrão considerado saudável.
O que esses números deixam claro é que MICHAEL não depende apenas do impacto da estreia. O filme mostra estabilidade, cresce onde muitos caem e confirma que o nome Michael Jackson continua sendo um fenômeno global. Em um mercado volátil, a cinebiografia segue firme, consistente e ainda conquistando novos públicos ao redor do mundo.
O desempenho de MICHAEL nas bilheteiras mundiais já coloca o filme em um patamar histórico. Com números atualizados, a produção ultrapassou a marca de grandes cinebiografias e entrou para o Top 10 global, superando o total arrecadado de Intocáveis, que havia alcançado cerca de 430,4 milhões de dólares.




