O desempenho do filme MICHAEL nas bilheteiras dos Estados Unidos confirma um cenário que poucos títulos conseguem alcançar. A produção já se consolidou como uma das maiores forças do ano e segue acumulando números expressivos semana após semana.
Na sua segunda segunda-feira em cartaz, o longa arrecadou cerca de US$ 4,6–4,7 milhões, registrando uma queda controlada de aproximadamente -40,4% em relação à semana anterior. Esse resultado não apenas reforça sua estabilidade, como também o coloca à frente de produções relevantes do gênero, como Bohemian Rhapsody, que havia feito US$ 4,4 milhões no mesmo período — uma vantagem de cerca de +0,8%.
Desempenho histórico nas segundas-feiras
O resultado alcançado por MICHAEL não é apenas positivo, ele já é HISTÓRICO. O filme registrou a 6ª maior segunda-feira de todos os tempos para lançamentos de abril, entrando em um seleto grupo de grandes produções do cinema comercial:
- Vingadores: Ultimato – US$ 10,7M (-71%)
- Vingadores: Guerra Infinita – US$ 8,3M (-66,5%)
- Super Mario Bros. – O Filme – US$ 5,8M (-71,1%)
- SINNERS – US$ 5,5M (-29,4%)
- A Minecraft – US$ 5,0M (-49,6%)
- MICHAEL – US$ 4,6M (-40,4%)
- Sonic 2: O Filme – US$ 4,5M (+4%)
- Mogli: O Menino Lobo – US$ 4,1M (-41%)
- Velozes e Furiosos 7 – US$ 3,6M (-74%)
Além disso, trata-se da 3ª maior segunda-feira da história entre cinebiografias, ficando atrás apenas de:
- Oppenheimer – US$ 6,9M (-45,9%)
- A Paixão de Cristo – US$ 5,0M (-50,6%)
E superando com folga títulos como Sniper Americano, que havia registrado US$ 4,2 milhões (-76,7%).
No cenário atual, o longa também se destaca como a 2ª maior segunda-feira entre produções live-action de 2026, ficando atrás apenas de Devoradores de Estrelas, que arrecadou US$ 5,4M (-22,6%). Tudo isso mesmo após perder salas premium, mantendo apenas o circuito IMAX e enfrentando a concorrência de novos lançamentos, como “O Diabo Veste Prada 2”.
Caminho para novos recordes
Com uma arrecadação acumulada de aproximadamente US$ 188,8–188,9 milhões nos Estados Unidos, o filme está prestes a atingir um novo marco. A expectativa é que ultrapasse a marca de US$ 200 milhões já entre quarta e quinta-feira, tornando-se a segunda cinebiografia musical da história a alcançar esse número.
A projeção para o próximo fim de semana é ainda mais ambiciosa. Caso mantenha o ritmo atual, Michael deve superar os US$ 216,4 milhões de Bohemian Rhapsody, consolidando-se como a cinebiografia de maior arrecadação da história no mercado doméstico norte-americano.
Mesmo enfrentando desafios como a perda de salas IMAX no curto prazo e a chegada de grandes franquias voltadas ao público familiar, o filme segue demonstrando força e consistência — fatores essenciais para sua longevidade em cartaz.
As estimativas atuais indicam um fechamento entre US$ 300 milhões e US$ 340 milhões apenas nos Estados Unidos, dependendo de como a concorrência e a perda de telas premium afetem seu desempenho nas próximas semanas.




