Desde antes da estreia, a cinebiografia MICHAEL enfrentou uma onda de críticas e previsões pessimistas. Muitos acreditavam que o filme não alcançaria o sucesso esperado e tentaram diminuir seu impacto. No entanto, quem deu a resposta definitiva foi o público.
A produção dirigida por Antoine Fuqua, estrelada por Jaafar Jackson no papel de Michael Jackson, acaba de se tornar a cinebiografia de maior bilheteria da história do cinema, alcançando US$ 977 milhões em arrecadação mundial.
Com esse resultado, MICHAEL superou o antigo recordista, Oppenheimer, dirigido por Christopher Nolan, vencedor do Oscar e que havia arrecadado US$ 965 milhões em todo o mundo.
Um recorde conquistado em tempo recorde
O feito impressiona ainda mais quando se observa o tempo necessário para alcançar essa marca. Oppenheimer permaneceu em cartaz por oito meses para atingir sua bilheteria final.
Já MICHAEL ultrapassou esse número em apenas dois meses de exibição, mostrando uma força comercial raramente vista para uma cinebiografia.
O longa também começou sua trajetória de forma histórica. No fim de semana de estreia, arrecadou US$ 217 milhões mundialmente, estabelecendo um novo recorde para o gênero. Desde então, manteve um desempenho consistente, registrando mais de US$ 1 milhão por dia durante várias semanas.

Mais um marco para Michael Jackson
Nos Estados Unidos, MICHAEL já soma US$ 370 milhões, tornando-se a terceira maior bilheteria doméstica da história da Lionsgate. À frente dele estão apenas Jogos Vorazes (2012), com US$ 408 milhões, e sua sequência, Jogos Vorazes: Em Chamas (2013).
O sucesso da produção confirma que o legado de Michael Jackson continua mobilizando milhões de pessoas ao redor do mundo. Enquanto parte da crítica tentou desacreditar o projeto, o público transformou MICHAEL em um fenômeno global, consolidando o filme como a maior cinebiografia de todos os tempos e um dos maiores sucessos do cinema em 2026.




