Com o lançamento do álbum “Confessions II” de Madonna, que dá sequência ao projeto “Confessions On a Dance Floor” (2005), relembramos que esse era um dos discos que Michael Jackson mais ouvia em 2009, ano da sua partida.
O álbum compunha a coleção que Jackson levou consigo para a sua última casa, na cidade de Los Angeles, em dezembro de 2008. Além dele, constavam entre os objetos deixados pelo Rei do Pop os CDs “The Best Of Sade” (Sade), “The Emancipation of Mimi” (Mariah Carey), “The Bodyguard” (Whitney Houston), “Come Away With Me” (Norah Jones) e até o “Timeless”, do brasileiro Sérgio Mendes, entre outros.
Embora não fossem amigos, Michael e Madonna sempre mantiveram uma relação profissional de respeito e se admiravam mutuamente, chegando até a planejar o lançamento de um dueto juntos (“In the Closet”, de 1991), que acabou não se concretizando.
Um fato curioso é que, embora curtisse “Confessions On a Dance Floor”, Michael não ficou muito satisfeito com o trabalho seguinte da cantora, “Hard Candy” (2008), segundo o produtor Freddy DeMann, que se encontrou com Michael em 2008, em Paris.
Em entrevista concedida em abril deste ano ao podcast de Billy Corgan, o produtor (que trabalhou com Jackson nas fases “Off The Wall” e “Thriller” e foi decisivo para convencer Joe Jackson a apoiar a carreira solo do filho), contou que o Rei do Pop o aconselhou a falar com Madonna para voltar a “focar nas melodias” e menos em hip-hop. DeMann respondeu em concordância, mas avisou o amigo que não tinha mais como ajudar nisso, pois não trabalhava mais com a cantora.




