A cinebiografia MICHAEL alcançou um dos maiores feitos da história do cinema. O longa dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, interpretando seu tio Michael Jackson, tornou-se oficialmente a cinebiografia de maior bilheteria de todos os tempos, superando recordes que permaneceram intactos por décadas.
No mercado doméstico (EUA/Canadá), o filme ultrapassou “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson, que arrecadou US$ 370,8 milhões. Embora exista um debate sobre a classificação da obra como cinebiografia, para quem considera o longa uma biografia histórica, MICHAEL agora ocupa o primeiro lugar com mais de US$ 371 milhões apenas nos Estados Unidos.
No cenário mundial, o filme também deixou para trás “Oppenheimer” e consolidou seu nome no topo do gênero.
Uma sequência de recordes impressionantes
Os números ajudam a explicar a dimensão desse sucesso:
- Mais de US$ 980 milhões arrecadados mundialmente.
- Mais de US$ 371 milhões de bilheteria doméstica.
- Mais de US$ 610 milhões em mercados internacionais.
- Maior estreia da história entre as cinebiografias, com US$ 218 milhões no primeiro fim de semana mundial.
- US$ 98 milhões arrecadados na estreia nos Estados Unidos, quebrando o antigo recorde das cinebiografias musicais.
- Tornou-se a maior bilheteria da história da Lionsgate, superando “Jogos Vorazes: Em Chamas”.
- Superou “Bohemian Rhapsody” e assumiu o posto de cinebiografia musical de maior bilheteria da história.
- Depois, ultrapassou “Oppenheimer”, tornando-se a maior cinebiografia já produzida.
- Em 40 mercados internacionais, o filme já arrecadou mais que “Bohemian Rhapsody”.
- Na França, tornou-se a cinebiografia de maior sucesso da história, superando “Piaf – Um Hino ao Amor”.
Outro dado chama atenção: MICHAEL chegou a esses números mesmo permanecendo apenas 46 dias nos cinemas antes do lançamento digital, enquanto “Oppenheimer” ficou 123 dias em cartaz antes de chegar às plataformas.

Muito além da bilheteria
O sucesso de MICHAEL vai além dos números. O filme recolocou Michael Jackson no centro da cultura popular, apresentou sua história para uma nova geração e levou milhões de pessoas de volta às salas de cinema.
Grande parte desse resultado também passa pela atuação de Jaafar Jackson, elogiado pela crítica e pelo público por reproduzir com precisão os gestos, a voz e a presença de palco do tio. Sob a direção de Antoine Fuqua, o longa equilibra grandes recriações de shows com momentos mais íntimos da vida do artista, mostrando o perfeccionista, o irmão, o filho e o homem por trás do maior fenômeno da música pop.
A produção ainda reafirma a força da obra de Michael Jackson. Décadas depois de revolucionar a música, suas canções continuam atravessando gerações e agora impulsionam a cinebiografia mais bem-sucedida da história.
Com a marca de US$ 980 milhões, o filme está cada vez mais próximo de ultrapassar US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, um feito que consolidará ainda mais o legado do Rei do Pop também nas telonas.




