Quando falamos de Michael Jackson, não é apenas sobre música, mas sobre números que desafiam a lógica da indústria fonográfica. Suas primeiras semanas de vendas revelam o tamanho do impacto que o Rei do Pop causava no momento em que lançava um álbum.
O exemplo mais impressionante é Bad (1987). Em poucos dias, vendeu cerca de 7 milhões de cópias, algo que para muitos artistas levaria uma carreira inteira. Foi o álbum que consolidou Michael como um fenômeno que ultrapassava fronteiras e dominava o mercado global.
Já em Dangerous (1991), o cenário era ainda mais competitivo, mas Michael conseguiu novamente mobilizar multidões. Foram 5 milhões de cópias apenas na primeira semana, mostrando que sua força não dependia de uma época ou de uma moda passageira, mas de uma conexão única com o público.
Com HIStory (1995) e Invincible (2001), os números iniciais chegaram a 3 milhões de cópias em apenas uma semana. Mesmo em períodos diferentes e em momentos desafiadores da indústria, o cantor ainda conseguia resultados que a maioria dos artistas sequer sonhava alcançar.

Vale uma menção especial a Thriller (1982). Embora não tenha registrado picos semanais da mesma forma, o álbum atingiu algo inédito: vendeu 1 milhão de cópias por dois meses consecutivos apenas nos Estados Unidos. Esse feito ajudou a transformar Thriller no álbum mais vendido da história.
Esses números não são apenas estatísticas. Eles mostram como Michael Jackson era capaz de transformar um lançamento em um evento mundial. Cada disco chegava ao mercado cercado de expectativa, filas nas lojas e cobertura da imprensa em todos os continentes.
Mais do que música, Michael vendia um momento cultural.




