Michael Jackson: A Era “Thriller” nunca acabou e os números provam isso | MJ Beats
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Michael Jackson: A Era “Thriller” nunca acabou e os números provam isso

Com a data já marcada para abril, a cinebiografia “Michael” promete desencadear uma verdadeira onda global de marketing e revisitação ao legado de Michael Jackson. E, ao que tudo indica, o público está preparado para essa avalanche. Antes mesmo da estreia do filme, o interesse pela música, pela imagem e pela cultura que Jackson representou já dá sinais claros de retomada — ou, talvez, de algo que nunca chegou a desaparecer.

Apenas neste ano, Michael Jackson vendeu 1,3 milhão de álbuns, somando físico e streaming. Destes, meio milhão são de “Thriller”, ainda o álbum mais vendido de todos os tempos. Esse número, isoladamente, diz tudo: mesmo quatro décadas depois, “Thriller” não é apenas um álbum. É um acontecimento contínuo, uma marca histórica que ultrapassa modas, polarizações e o desgaste da memória cultural.

Nas lojas, o fenômeno se repete. Na Amazon, o LP de “Thriller” ocupa o 5º lugar entre os vinis mais vendidos, custando US$ 15,99 — metade do preço de grande parte dos discos atuais. Enquanto muitos artistas veem suas vendas oscilarem diante de controvérsias, Jackson permanece intocado em sua relevância comercial. Nenhuma narrativa negativa diminuiu o valor feito pela arte.

Ao mesmo tempo, na Broadway, o espetáculo “MJ The Musical” segue forte, arrecadando US$ 1,1 milhão apenas na última semana, mesmo durante um período de queda geral de público. Com o cinema prestes a reacender o interesse global, a tendência é óbvia: o musical deve ganhar público, energia e novo fôlego. Mais um sinal dessa retomada está nos gráficos: “Thriller” voltou ao Top 10 da Billboard.

E então surge a pergunta que nunca abandonou os verdadeiros admiradores: se Michael estivesse vivo, como seria sua arte hoje? Mais discos? Um retorno gigantesco aos palcos? Ou uma reinvenção silenciosa, madura, distante das polêmicas? Nunca saberemos. Mas o que está diante de nós é claro:

Michael Jackson não é uma estrela que ficou no passado. Ele é um fenômeno ativo, que continua moldando a cultura, mesmo após sua ausência.