A participação de Kat Graham no programa Provoca, da TV Cultura, trouxe à tona um dos relatos mais emocionantes sobre a cinebiografia de Michael Jackson, prevista para estrear em abril de 2026. Em conversa com Marcelo Tas, a atriz, cantora, dançarina e Embaixadora da ONU para Refugiados falou com franqueza sobre o convite para interpretar Diana Ross, um dos nomes mais influentes da música mundial.
Kat contou que a notícia chegou de forma avassaladora. Ao descobrir que havia sido escolhida para o papel, sua reação foi imediata e intensa. Ela agradeceu a Deus, emocionada, descrevendo o momento como uma bênção. Para a artista, não se tratava apenas de um papel no cinema, mas de algo maior, carregado de significado pessoal e histórico.
Ao falar de Diana Ross, Kat destacou a força de uma mulher que se manteve fiel a si mesma em tempos difíceis. Ser uma mulher negra, forte e poderosa nos Estados Unidos daquela época exigia coragem, e Diana, segundo ela, foi um exemplo raro de aceitação e liderança. Essa compreensão foi essencial para moldar sua abordagem ao personagem.

A atriz deixou claro que o convite veio acompanhado de um sentimento duplo. De um lado, a alegria por receber um presente tão especial; do outro, a responsabilidade de representar uma figura real, admirada por gerações. Kat afirmou que seu maior objetivo é fazer jus à história de Diana Ross e ao impacto que ela teve para tantas mulheres.
Durante a entrevista, ficou evidente que a preparação para o papel vai além de estudo técnico. Kat falou sobre respeito, escuta e pesquisa, buscando entender não só a artista, mas o contexto social e cultural em que Diana construiu sua trajetória. Não é imitação, é compreensão, parece ser o norte de seu trabalho.
A cinebiografia de Michael Jackson promete lançar luz não apenas sobre o Rei do Pop, mas também sobre as pessoas fundamentais em sua vida e carreira. Diana Ross ocupa um lugar central nessa história, e a escolha de Kat Graham reforça a intenção do filme de tratar seus personagens com profundidade e humanidade.
Ao final, Kat resumiu o sentimento que carrega desde o convite: honrar o passado para inspirar o presente. Confira



