“O tormento parece finalmente ter atingido seu pai, desconfiadamente logo após a morte da maior vítima de tudo isso: Michael Jackson.”
A mídia frequentemente o descreve como “o pai do menino que acusou Jackson”. A definição correta é outra: Evan Chandler foi o pai que fabricou uma acusação para destruir Michael Jackson.
Diferente do que o senso comum propaga, as acusações de 1993 não partiram de Jordan Chandler, mas de seu pai, Evan. Jordan manteve, por meses, a postura de que Michael nunca o havia tocado de forma inadequada. O gatilho para a vingança de Evan foi financeiro: um pedido negado de construção de uma casa e a recusa de Jackson em agenciar seus roteiros fracassados em Hollywood.
O Mito do Acordo Financeiro
A imprensa global recicla incansavelmente a mentira de que Michael Jackson “pagou pelo silêncio” dos Chandler em 1994. Isso é ficção. Documentos judiciais provam que a seguradora de Jackson negociou e pagou o acordo sob protestos diretos de Michael e sua equipe jurídica. Jackson sequer assinou a resolução; ele queria ir a julgamento para limpar seu nome, mas foi impedido pela cláusula de sua apólice de seguro.
Justiça ou Extorsão?
Se Evan Chandler buscava justiça, por que tentou negociar roteiros de cinema antes de ir à polícia? Por que aceitou dinheiro em vez de um veredito criminal? Em 1996, a ganância de Evan atingiu níveis surreais: ele tentou processar Jackson novamente em US$ 60 milhões e pediu autorização ao tribunal para lançar um disco chamado “EVANstory”. Sim, o homem que a mídia pinta como “mártir” queria lucrar lançando um álbum sobre o suposto abuso do próprio filho.
O Isolamento de Jordan Chandler
A mídia tenta culpar Jackson pelo distanciamento entre Jordan e seus pais. A realidade é mais sombria:
- Jordan buscou a emancipação jurídica de ambos os pais aos 16 anos.
- Em 2005, Jordan recusou-se a testemunhar contra Michael, apesar da pressão do promotor Tom Sneddon.
- Testemunhas afirmam que Jordan hoje vive sob nome falso e expressa profundo ódio pelos pais pelo que o obrigaram a dizer em 1993.
O Plano Macabro de Evan
Investigações de jornalistas como Mary Fischer revelaram que Evan chegou a drogar o próprio filho com substâncias químicas para induzi-lo a um estado de confusão mental e fazê-lo acreditar em falsas memórias. Gravações telefônicas capturaram Evan dizendo que o bem-estar de Jordan era “irrelevante” e que ele pretendia tirar tudo de Michael.
O Veredito Final
Evan Chandler tirou a própria vida em 17 de novembro de 2009, apenas cinco meses após a partida de Michael Jackson. Enquanto tabloides como The Sun e The Mirror tentam transformá-lo em uma vítima do sistema, os fatos mostram um chantagista que foi consumido pelo próprio esquema.
A indústria da mídia continua negligenciando a verdade em favor de mitos rentáveis. Um humanitário negro foi rotulado injustamente, enquanto seu extorsor é pintado com tons de piedade. A morte de Evan Chandler encerra um capítulo de trevas, mas a verdade sobre a inocência de Michael Jackson permanece documentada para quem tiver a coragem de ler.
Por Charles Thomson
Adaptado pela Equipe MJ Beats




