A cinebiografia Michael Jackson já chega aos cinemas com números que chamam atenção em toda a indústria. O filme MICHAEL superou as prévias de grandes produções recentes como Oppenheimer, Duna: Parte Dois, além de títulos populares como Toy Story 4 e Minecraft. Os números mostram que não se trata apenas de mais um lançamento, mas de um verdadeiro evento global.
Uma estreia que coloca MICHAEL no topo
As prévias começaram com sessões especiais em salas IMAX e formatos premium, seguidas por exibições ao longo do dia seguinte. O resultado impressiona: o longa arrecadou entre US$ 12,5 milhões e US$ 13,5 milhões, superando com folga outros sucessos recentes. Para efeito de comparação, John Wick: Capítulo 4 havia registrado US$ 8,9 milhões em prévias, enquanto Oppenheimer ficou na faixa de US$ 10,5 milhões.
Esse desempenho coloca MICHAEL como a maior abertura da Lionsgate desde Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2, que até então era a referência do estúdio. Mais do que isso, o filme já se consolida como a maior estreia de uma cinebiografia musical na história, superando com ampla margem Straight Outta Compton, que havia arrecadado US$ 4,96 milhões em prévias.
Exibido em 3.955 cinemas, o alcance do filme é massivo e reflete a confiança do mercado. Mas não são apenas os números que impressionam. A recepção do público também confirma o impacto: MICHAEL alcançou 96% de aprovação da audiência no Rotten Tomatoes.
Esse índice elevado indica algo que vai além da curiosidade inicial. Mostra que o público está não apenas comparecendo, mas saindo satisfeito. Em um cenário onde grandes produções disputam atenção, MICHAEL se destaca como um fenômeno que une nostalgia, espetáculo e a força duradoura de um dos maiores artistas da história.
O que começa como uma estreia forte já aponta para algo maior. MICHAEL não está apenas abrindo bem. Está redefinindo o que se espera de uma cinebiografia nos cinemas modernos.




