A cinebiografia do Rei do Pop continua crescendo ao redor do mundo. Mesmo enfrentando a concorrência pesada de Mortal Kombat 2 e O Diabo Veste Prada 2 nas bilheteiras, MICHAEL segue demonstrando uma força extremamente rara para produções musicais.
Em sua terceira semana em cartaz, o longa dirigido por Antoine Fuqua registrou uma queda de apenas 33% na arrecadação doméstica, somando mais US$ 36,5 milhões nos Estados Unidos e Canadá durante o fim de semana.
Com isso, a produção já acumula impressionantes US$ 242 milhões na América do Norte e gigantescos US$ 581,1 milhões mundialmente após apenas 17 dias de exibição.
O resultado reforça algo que já começa a ficar evidente na indústria: MICHAEL se transformou em um verdadeiro evento cinematográfico global.
Brasil aparece entre os maiores mercados do filme
Os números internacionais mostram como a força de Michael Jackson continua enorme em diferentes partes do planeta. Até agora, o longa arrecadou US$ 339,1 milhões fora dos Estados Unidos.
Confira os principais mercados mundiais do filme até o momento:
- Estados Unidos e Canadá — US$ 242 milhões
- Reino Unido — US$ 45,4 milhões
- França — US$ 31,4 milhões
- México — US$ 22,8 milhões
- Itália — US$ 21,2 milhões
- Brasil — US$ 20,8 milhões
- Alemanha — US$ 19,7 milhões
- Austrália — US$ 19,1 milhões
- Espanha — US$ 18,8 milhões
O desempenho brasileiro chama atenção especialmente pela estabilidade do longa nas salas nacionais, consolidando o país como um dos mercados mais importantes para a produção.
E o cenário ainda pode crescer muito mais. Coreia do Sul e Japão, considerados mercados fundamentais para Michael Jackson historicamente, ainda nem estrearam o filme.
MICHAEL já supera ritmo de “Bohemian Rhapsody”
Outro dado extremamente importante envolve a comparação com Bohemian Rhapsody, atual recordista entre as cinebiografias musicais.
No mesmo período de exibição, o filme sobre a banda Queen havia arrecadado cerca de US$ 216 milhões nos Estados Unidos, quase US$ 25 milhões a menos que MICHAEL.
Isso significa que a cinebiografia de Michael Jackson está avançando em um ritmo superior ao de “Bohemian Rhapsody”, que encerrou sua trajetória mundial com impressionantes US$ 911 milhões.
Por causa dessa estabilidade nas bilheteiras, da força internacional e do retorno do filme ao IMAX neste fim de semana, analistas já começam a considerar que a marca de US$ 1 bilhão mundial não pode mais ser descartada.




