A cinebiografia MICHAEL continua demonstrando uma resistência impressionante nas bilheterias internacionais. Mesmo em sua sexta semana em cartaz, o filme sobre a vida de Michael Jackson segue atraindo grandes públicos ao redor do mundo e consolidando sua posição entre os maiores sucessos cinematográficos dos últimos anos.
Os números mais recentes mostram que o longa arrecadou US$ 26 milhões nos mercados internacionais durante o sexto fim de semana, registrando uma queda de apenas 10% em relação ao período anterior. O desempenho é considerado extremamente forte para um filme que já ultrapassou cinco semanas de exibição global.
A comparação com outras grandes cinebiografias e produções recentes ajuda a dimensionar o feito. No mesmo estágio de exibição, Bohemian Rhapsody arrecadou US$ 29,2 milhões, mas sofreu uma queda de 21,1%, enquanto Oppenheimer registrou US$ 30,4 milhões, com uma redução de 5,9%.
Rússia impulsiona resultado internacional
Um dos destaques do fim de semana foi a estreia do filme na Rússia, mercado que adicionou US$ 4,5 milhões à arrecadação global.
Com isso, MICHAEL alcançou a marca de US$ 512,8 milhões em bilheteria internacional, distribuídos por 83 mercados ao redor do mundo. O resultado ganha ainda mais relevância porque um dos territórios mais aguardados pelo estúdio, o Japão, ainda não iniciou sua exibição comercial, prevista para 12 de junho.
Historicamente, o mercado japonês sempre demonstrou forte ligação com Michael Jackson, fator que aumenta as expectativas para os próximos resultados da produção.

Caminho aberto para os US$ 900 milhões
Somando os US$ 512,8 milhões internacionais aos US$ 340 milhões arrecadados nos Estados Unidos, a cinebiografia já acumula impressionantes US$ 852,8 milhões em bilheteria mundial.
O resultado supera com folga os números registrados por outras produções no mesmo estágio de exibição. Para efeito de comparação:
MICHAEL — US$ 852,8 milhões
Oppenheimer — US$ 777,7 milhões
Bohemian Rhapsody — US$ 595,7 milhões
Produzido com um orçamento estimado em US$ 200 milhões, sem incluir despesas de marketing, o filme já se consolidou como um dos maiores sucessos comerciais do gênero.
Diante do ritmo atual, a marca de US$ 900 milhões é vista como praticamente garantida. A grande questão agora é se o longa conseguirá ultrapassar a barreira histórica de US$ 1 bilhão.
A resposta pode depender principalmente de dois mercados: Rússia e Japão. Analistas acompanham especialmente o desempenho japonês, já que Bohemian Rhapsody arrecadou expressivos US$ 115,7 milhões no país. Caso MICHAEL consiga repetir uma trajetória semelhante, o tão sonhado clube do bilhão poderá deixar de ser uma possibilidade para se tornar realidade.
Por enquanto, uma coisa já parece clara: o filme continua desafiando expectativas e reforçando o alcance global do legado de Michael Jackson. Mesmo após seis semanas nos cinemas, a cinebiografia segue demonstrando a mesma força que transformou o Rei do Pop em um dos artistas mais populares da história.




