O sucesso da cinebiografia MICHAEL continua encontrando na América Latina um de seus principais pilares. Os números mais recentes mostram que a região tem desempenhado um papel fundamental na impressionante trajetória do filme rumo às maiores bilheterias da história das cinebiografias.
Entre os destaques, o Brasil alcançou US$ 30,5 milhões, ultrapassando ligeiramente o México, que aparece com US$ 30,02 milhões. Juntos, os dois países já representam mais de US$ 60 milhões arrecadados para o longa.
Enquanto isso, outros mercados seguem apresentando resultados expressivos e reforçando a força da produção em toda a região.
Os números de MICHAEL na América Latina
Confira quanto a cinebiografia arrecadou nos principais mercados latino-americanos:
México— US$ 30,6 milhões
Brasil — US$ 30,5 milhões
Colômbia — US$ 12,77 milhões
Peru — US$ 9,13 milhões
Chile — US$ 6,34 milhões
Equador — US$ 4,38 milhões
Paraguai — US$ 338 mil
Somados, apenas esses sete mercados representam mais de US$ 93 milhões para a bilheteria mundial de MICHAEL.
Comparação mostra a dimensão do fenômeno
Os números ficam ainda mais impressionantes quando comparados aos de outras produções que marcaram época.
No Brasil, MICHAEL arrecadou mais de US$ 30 milhões, enquanto Bohemian Rhapsody ficou na faixa de US$ 14 milhões e Oppenheimer também encerrou sua trajetória próximo desse valor.
No México, a cinebiografia do Rei do Pop ultrapassou os US$ 30 milhões, superando com folga os resultados finais registrados por Bohemian Rhapsody e Oppenheimer no país.
Já na Colômbia, os US$ 12,77 milhões de MICHAEL representam quase o triplo do desempenho alcançado pelos dois filmes.
O Peru também chama atenção. Com mais de US$ 9 milhões, o longa registrou um dos maiores resultados já vistos para uma cinebiografia musical no país.




