A trajetória de MICHAEL nos cinemas norte-americanos segue impressionando. Mesmo após semanas em cartaz e enfrentando a chegada de novos lançamentos, a cinebiografia do Rei do Pop Michael Jackson continua demonstrando uma resistência rara nas bilheterias.
Na sua sexta quinta-feira em exibição, o filme arrecadou aproximadamente US$ 1,3 milhão, registrando uma queda de apenas 29,3% em relação à quinta-feira anterior. O resultado ganha ainda mais destaque pelo fato de o longa ter perdido outras 188 salas de cinema na semana passada.
Com isso, MICHAEL alcançou a marca de US$ 346,6 milhões acumulados nos Estados Unidos, ficando muito próximo de ultrapassar os US$ 350 milhões, algo esperado para este fim de semana.
Entre os maiores desempenhos da história
O desempenho coloca MICHAEL entre as maiores sextas quintas-feiras da história do cinema para filmes em ampla exibição.
O ranking é liderado por:
Frozen 2 — US$ 3,4 milhões
Wicked — US$ 3 milhões
Avatar — US$ 3,2 milhões
Top Gun: Maverick — US$ 2,9 milhões
Titanic — US$ 2 milhões
Divertida Mente 2 — US$ 1,9 milhão
Os Incríveis 2 — US$ 1,6 milhão
Avatar: O Caminho da Água — US$ 1,4 milhão
Star Wars: O Despertar da Força — US$ 1,3 milhão
MICHAEL — US$ 1,3 milhão
A presença da cinebiografia ao lado de alguns dos maiores sucessos da história recente do cinema mostra a força de permanência do longa junto ao público.
Corrida pelos maiores recordes
O filme segue firme na disputa para se tornar a cinebiografia de maior bilheteria da história dos Estados Unidos.
O primeiro alvo é superar os US$ 350,1 milhões de Sniper Americano. Na sequência, o objetivo passa a ser ultrapassar os US$ 370,3 milhões de A Paixão de Cristo, um dos recordes mais duradouros do cinema norte-americano.
As projeções atuais apontam que MICHAEL pode encerrar sua trajetória doméstica entre US$ 370 milhões e US$ 400 milhões, dependendo do impacto que o lançamento digital, marcado para 9 de junho, terá sobre o desempenho do filme nas próximas semanas.
Independentemente do resultado final, a cinebiografia já se consolidou como um dos maiores fenômenos cinematográficos de 2026 e como mais uma demonstração da força duradoura do legado de Michael Jackson junto ao público mundial.




