Há uma curiosa coincidência envolvendo o fato de que coube justamente ao Japão impulsionar MICHAEL a se tornar a maior cinebiografia da história e, possivelmente, a primeira a superar o US$ 1 bilhão em bilheteria.
“Oppenheimer”, o filme que ocupa o atual posto de maior cinebiografia em geral, com cerca de US$ 975,8 milhões arrecadados mundialmente, retrata a história do físico Robert Oppenheimer, responsável pela criação da bomba atômica, armamento que destruiu as cidades Hiroshima e Nagasaki e é responsável por traumas até hoje sentidos pelos japoneses.
Oppenheimer é uma das figuras mais odiadas no país, pois a ele são creditadas as mortes de centenas de milhares pessoas. MICHAEL, por outro lado, celebra a vida e a obra do artista internacional mais amado do Japão – amor que, como sempre ficou evidente, era recíproco.
Eis aqui mais uma prova que só reforça a principal mensagem de Michael Jackson, de que é o amor que vive para sempre.




