A cinebiografia MICHAEL acaba de alcançar um dos maiores feitos da história do cinema. Após 12 semanas em cartaz, o longa ultrapassou oficialmente a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornando-se a primeira cinebiografia da história a atingir esse resultado e apenas o segundo filme de 2026 a entrar para o seleto grupo dos bilionários, ao lado de Super Mario Galaxy.
O marco também representa um momento histórico para a Lionsgate. Pela primeira vez, um filme distribuído pelo estúdio supera a marca de US$ 1 bilhão, quebrando seu recorde anterior, que pertencia a Jogos Vorazes: Em Chamas, lançado em 2013 e encerrado com US$ 865,2 milhões em todo o mundo.
Uma bilheteria construída em todo o planeta
Segundo os números oficiais, MICHAEL soma atualmente US$ 371,8 milhões na América do Norte e US$ 629,8 milhões no mercado internacional.
O Japão, último grande mercado a receber o filme, teve papel decisivo para a conquista do bilhão. O país, conhecido pela enorme popularidade de Michael Jackson, já acumula cerca de US$ 35,75 milhões em bilheteria. Outro destaque nas últimas semanas foi a Rússia, que continua impulsionando os resultados internacionais do longa.
Antes mesmo de alcançar o bilhão, MICHAEL já havia superado Bohemian Rhapsody, que arrecadou US$ 911 milhões, tornando-se a maior cinebiografia musical da história. Em seguida, ultrapassou Oppenheimer (US$ 975,8 milhões) e assumiu o posto de cinebiografia de maior bilheteria de todos os tempos, independentemente do gênero.

Recordes para todo o time do filme
O sucesso de MICHAEL também estabeleceu novos recordes para seus principais realizadores. O produtor Graham King conquistou o maior sucesso de sua carreira, superando justamente Bohemian Rhapsody. Já o diretor Antoine Fuqua viu o longa se tornar seu filme de maior arrecadação, ultrapassando Rei Arthur, que havia faturado US$ 203 milhões mundialmente.
Para o roteirista John Logan, MICHAEL passou a ser sua segunda maior bilheteria, atrás apenas de 007: Operação Skyfall, que arrecadou cerca de US$ 1,1 bilhão.
No elenco, Jaafar Jackson fez sua estreia no cinema interpretando seu tio, Michael Jackson, ao lado de Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller, Laura Harrier, Mike Myers e Juliano Valdi.
O presidente do Lionsgate Motion Picture Group, Adam Fogelson, destacou que o sucesso do filme foi resultado da parceria entre os produtores, o elenco, a equipe criativa e o Espólio de Michael Jackson. Segundo ele, o público transformou MICHAEL em um verdadeiro fenômeno cultural, comprovando que o legado do artista continua forte em todo o mundo.

A presidente da Universal Pictures International, Veronika Kwan Vandenberg, afirmou que o filme ultrapassou as telas para se tornar um fenômeno global, ressaltando que a recepção do público demonstra que Michael Jackson continua sendo uma das maiores estrelas da cultura mundial, décadas após o auge de sua carreira.
O produtor Graham King destacou que foi emocionante ver pessoas de diferentes idades e nacionalidades reunidas nos cinemas para celebrar a história do Rei do Pop. Já o diretor Antoine Fuqua classificou o bilhão alcançado como um momento inesquecível, afirmando que a conquista pertence a todos que participaram da produção e, principalmente, ao público que abraçou o filme ao redor do mundo.
Mais do que um sucesso de bilheteria, MICHAEL consolida um novo capítulo na história do cinema. O longa não apenas homenageia um dos maiores artistas de todos os tempos, mas também demonstra que o legado de Michael Jackson continua mobilizando milhões de pessoas e quebrando recordes décadas depois de sua ascensão ao estrelato.




