A cinebiografia MICHAEL não apenas conquistou o público mundial. O filme também se transformou em um dos maiores motores financeiros da história da Lionsgate. Durante a apresentação dos resultados do trimestre encerrado em 30 de junho de 2026, o estúdio revelou que o sucesso do longa foi determinante para alcançar o melhor desempenho já registrado pela divisão cinematográfica em um trimestre de junho.
Com mais de US$ 1 bilhão arrecadado nas bilheterias mundiais, a produção consolidou-se como a cinebiografia de maior sucesso da história do cinema, refletindo diretamente nos resultados da empresa.
Michael impulsiona resultado histórico da Lionsgate
A divisão de filmes da Lionsgate registrou receita de US$ 587,3 milhões, mais que o dobro do mesmo período do ano anterior. O setor também alcançou um lucro de US$ 105 milhões, um salto expressivo em comparação aos modestos US$ 2,4 milhões obtidos no mesmo trimestre de 2025.
Segundo a empresa, o crescimento foi impulsionado principalmente pelo desempenho de MICHAEL, além dos resultados obtidos com outras produções lançadas recentemente e pelas receitas provenientes da distribuição em plataformas digitais e mídia física.
No consolidado da companhia, a receita trimestral chegou a US$ 776,6 milhões, um crescimento de 48%. O prejuízo líquido também foi significativamente reduzido, passando de US$ 94 milhões no ano anterior para US$ 28,8 milhões, enquanto o lucro operacional atingiu US$ 25,6 milhões, revertendo o prejuízo operacional registrado em 2025.
Sequência já está em desenvolvimento
Durante a conferência com investidores, o presidente da divisão cinematográfica da Lionsgate, Adam Fogelson, confirmou que a sequência da cinebiografia já está em desenvolvimento.
De acordo com o executivo, as filmagens devem começar no fim de 2026 ou no início de 2027, enquanto o lançamento permanece previsto para o final de 2027 ou o primeiro semestre de 2028.
Fogelson afirmou que o orçamento ainda não foi definido, mas revelou que diversas cenas gravadas para o primeiro filme, principalmente grandes apresentações musicais, serão aproveitadas na continuação.
Segundo ele, o foco da equipe é entregar “a maior e melhor sequência possível”, mantendo o padrão de qualidade apresentado no primeiro longa e correspondendo às expectativas do público.
O CEO da Lionsgate, Jon Feltheimer, destacou que a estratégia da empresa de investir em grandes franquias, fortalecer seu catálogo e ampliar a exploração de propriedades intelectuais coloca o estúdio em posição favorável para manter um forte crescimento ao longo de 2027 e nos próximos anos.




