Em 1987, Michael Jackson tinha uma missão quase impossível: lançar um álbum depois do fenômeno mundial de Thriller. Ainda assim, Bad não apenas sobreviveu à comparação, como construiu sua própria história. Agora, o álbum alcança uma nova marca impressionante: mais de 70 milhões de unidades globais, considerando vendas e equivalentes de streaming.
Um álbum que continuou crescendo
Com cinco singles chegando ao #1, Bad mostrou uma força comercial rara e consolidou uma nova fase da carreira de Michael. Mais de três décadas depois, o álbum continua sendo consumido por diferentes gerações e mantém presença forte nas plataformas digitais.

Os números do ChartMasters ajudam a colocar esse desempenho em perspectiva. Entre grandes álbuns clássicos que continuam acumulando consumo atualmente, Bad aparece entre os cinco primeiros:
- Thriller, Michael Jackson: 130,982 milhões
- Hotel California, Eagles: 74,649 milhões
- Saturday Night Fever, Bee Gees & vários artistas: 73,190 milhões
- Rumours, Fleetwood Mac: 72,966 milhões
- Bad, Michael Jackson: 70,054 milhões
E há um detalhe importante: todos esses números continuam crescendo. Ou seja, Bad não é apenas um álbum histórico preservado pela nostalgia. É um trabalho que permanece encontrando ouvintes, acumulando streams e chegando a novas gerações.
Em 1987, Michael Jackson mostrou que era possível criar um fenômeno depois de Thriller. Em 2026, Bad continua provando que aquele sucesso estava longe de ser passageiro. O Rei do Pop segue presente nos números, nas plataformas e, principalmente, nos ouvidos de quem ainda está descobrindo sua música.




