O filme egípcio “Sheikh Jackson”, dirigido por Amr Salama e Omar Khaled, conta a história de um clérigo islâmico – Khaled Hani – que, diante da notícia do falecimento do seu maior ídolo, Michael Jackson, enfrenta uma profunda crise existencial.
A notícia o faz recordar da juventude, quando era obcecado pelo Rei do Pop e sabia cantar e dançar todas as músicas, chegando a receber o apelido “Jackson”.
Com o choque, o protagonista passa a se questionar sobre o seu “verdadeiro eu” e busca um balanço entre as suas vontades e gostos e as suas obrigações religiosas.
A obra, que foi indicada pelo Egito para concorrer ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2018, ficou de fora da seleção final. Naquele ano, concorreram os filmes do Chile (“Uma Mulher Fantástica”, vencedor), Líbano (“O Insulto”), Rússia (“Loveless”), Suécia (“The Square – A Arte da Discórdia”) e Hungria (“Corpo e Alma”).




