Durante uma teleconferência sobre lucros, os executivos da Lionsgate deixaram escapar algo que atiçou a curiosidade dos fãs de Michael Jackson. Ao comentar sobre o andamento do longa Michael, evitaram confirmar ou negar oficialmente uma continuação, mas disseram que a equipe criativa “está trabalhando duro para entregar mais Michael após o primeiro filme”. Uma frase simples, mas cheia de significado.
A escolha das palavras não passou despercebida. Quando um estúdio fala em “primeiro filme”, normalmente já se imagina uma sequência. E a menção a “mais Michael” soa quase como uma promessa de que o universo cinematográfico do Rei do Pop pode se expandir além do planejado!
Mesmo sem confirmação oficial, a ideia de uma continuação parece natural. O filme cobre apenas parte da vida de Michael, indo de 1958 até o fim dos anos 80. Isso deixaria espaço perfeito para uma segunda parte, explorando as fases Dangerous e HIStory, além dos desafios pessoais e judiciais que marcaram os anos seguintes.
Os executivos sabem que o sucesso comercial ditará os próximos passos. E, até agora, todos os sinais são positivos. O teaser trailer, que nem é o trailer oficial ainda, já causou comoção nas redes sociais e levantou uma onda de nostalgia e expectativa entre fãs do mundo todo.
A caracterização de Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, tem sido amplamente elogiada. Sua semelhança física e emocional com o tio impressionou até os mais céticos, reforçando a ideia de que o longa tem potencial para se tornar um fenômeno de bilheteria.

Fontes próximas à produção afirmam que a Lionsgate está confiante. A equipe criativa, liderada por Graham King, quer entregar um retrato fiel, intenso e humano do artista, sem deixar de lado o espetáculo que definiu sua carreira. Se o público responder bem, “Michael 2” pode se tornar realidade mais rápido do que se imagina.
Por enquanto, o que se sabe é que “Michael” estreia nos cinemas em 24 de abril de 2026. Mas, se depender da empolgação que já tomou conta da internet, essa pode ser apenas a primeira parte de uma cinebiografia destinada a marcar a história do cinema, assim como Michael Jackson marcou a história da música.




