Ela colocou seu poder de mídia por trás de documentários direcionados a ícones negros, um dos quais está morto! Não é justo perguntar por que ela não está usando seu considerável poder para investigar Weinstein e Jeffrey Epstein?
Oprah Winfrey acaba de apunhalar pelas costas os realizadores do documentário do movimento [#MeToo], Kirby Dick e Amy Ziering, ao desistir abruptamente de seu próximo filme, o que significa que eles perderam seu distribuidor. A história disso é extremamente reveladora sobre quão terrível é Oprah.
Nada disso é surpreendente. Não devemos esquecer que estamos falando da mesma Oprah Winfrey que acusou falsamente uma garota inocente de racismo em 2003 para ajudar a promover um filme. A propósito, o filme em questão era The Butler, produzido por Harvey Weinstein, o magnata em desgraça que foi condenado por estupro. Não é segredo que Oprah e Weinstein se aproximaram durante esse período.
O Desvio de Foco: De Weinstein para Simmons
Antes do escândalo de Weinstein, Dick e Ziering eram respeitados por documentários como The Hunting Ground. Em 2017, anunciaram que seu próximo projeto focaria em agressões sexuais em Hollywood, com alvo óbvio em Weinstein.
No entanto, o foco mudou subitamente para a indústria fonográfica e uma “figura importante”: Russell Simmons. Foi neste momento que Oprah entrou a bordo. Weinstein não estava mais sendo discutido. Assim que o alvo se tornou um homem negro, Oprah subitamente se interessou.
O Padrão de Ataque a Ícones Negros
O que sabemos é que essa é a mesma Oprah que colocou seu peso considerável por trás de Leaving Neverland, o documentário da HBO que acusou Michael Jackson — um homem morto e incapaz de se defender. Oprah ignorou as contradições dos acusadores, a busca por dinheiro e até o fato de que a estação de trem mencionada em um dos relatos sequer existia na época alegada.
As pessoas notaram esse padrão. O ativista Bishop Talbert Swan massacrou Oprah nas mídias sociais:
“O mantra de Oprah é #BelieveVictims quando se trata de Michael Jackson, R. Kelly, Bill Cosby, Russell Simmons e qualquer outro homem negro. Isso não se aplica ao seu amigo Harvey Weinstein? Outros homens brancos?”
O rapper 50 Cent também apontou em seu Instagram:
“Eu não entendo por que Oprah está perseguindo homens negros. Sem Harvey Weinstein, sem Epstein, apenas Michael Jackson e Russell Simmons. Essa merda é triste.”
A Saída Abrupta
Agora, dias antes da estreia do documentário On the Record no Festival de Sundance, Oprah abandonou o projeto questionando a veracidade de um dos acusadores de Simmons. Em comunicado, ela afirmou que “os cineastas e eu não estamos alinhados na visão criativa”, apesar de Dick e Ziering terem recebido o aviso apenas 20 minutos antes da divulgação pública.
Seja Michael Jackson ou Russell Simmons, o que estamos vendo é um “tribunal de cangurus” da cultura pop. Convencer as pessoas e difamar ícones como monstros fora de um tribunal é nojento.
Oprah usou seu poder para validar ataques a ícones negros enquanto protegia, pelo silêncio ou conveniência, figuras como Weinstein e Jeffrey Epstein. Que pessoa terrível você é, Oprah Winfrey.
John Nolte (Breitbart.com)
Adaptado pela Equipe MJ Beats




