A expectativa cresce em ritmo acelerado para “MICHAEL”, o aguardado drama biográfico sobre Michael Jackson, e os primeiros sinais indicam uma das maiores histórias de bilheteria de 2026. Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, no papel principal, o longa carrega um orçamento de US$ 155 milhões. A estreia está marcada para 23 de abril, com a Lionsgate responsável pela América do Norte e a Universal Pictures conduzindo o lançamento internacional.
Meses antes da estreia, a conversa sobre o projeto só aumenta em diferentes países. A pergunta que ecoa nos bastidores da indústria é direta: estamos diante do primeiro filme bilionário de 2026? Aqui estão três razões que sustentam essa projeção.
1. Hype Sem Precedentes e Força do Trailer
O teaser bateu a impressionante marca de 116 milhões de visualizações nas redes sociais em apenas 24 horas, segundo a produtora Lionsgate. É um dos maiores lançamentos de trailer dos últimos anos. O público demonstra uma espera acumulada para reviver a trajetória do ídolo, desde os primeiros passos ainda adolescente até o auge mundial, passando pelo icônico Moonwalk e pela era de Thriller.

Analistas já projetam que o longa pode repetir o impacto comercial de Bohemian Rhapsody, que transformou a cinebiografia musical em um fenômeno global.
2. O Alcance Atemporal do Legado e da Música
Décadas depois do auge da carreira, Michael Jackson segue como uma força cultural ativa. Seu catálogo domina plataformas de streaming, rádios e discussões nas redes. O filme acompanha sua ascensão, os bastidores e performances que ajudaram a moldar o pop moderno.
O apoio oficial do espólio garante acesso total aos direitos musicais, permitindo recriações detalhadas de momentos históricos do palco. O histórico recente mostra que cinebiografias musicais atravessam fronteiras com facilidade. Além de Bohemian Rhapsody, Elvis também registrou números expressivos no mercado internacional. A base de fãs de Jackson vai muito além dos Estados Unidos, o que posiciona “Michael” para um desempenho forte fora do mercado doméstico.
3. Lançamento Estratégico
O calendário de estreia reforça o potencial comercial. Chegar aos cinemas em abril significa ocupar espaço antes da temporada de blockbusters do verão norte-americano. Isso garante mais tempo em telas premium e maior exposição na mídia.
Com concorrência direta limitada nas primeiras semanas, o cenário favorece o boca a boca positivo e sessões repetidas, especialmente em mercados internacionais. Em uma indústria movida por timing e legado, “MICHAEL” reúne ambos — e isso pode ser decisivo na corrida pelo primeiro bilhão de 2026.




