No Reino Unido, um feito simbólico e poderoso começa a ganhar forma. MICHAEL, cinebiografia do eterno Michael Jackson, não apenas estreou com força, ele está prestes a superar um marco histórico dentro do próprio território britânico, tradicionalmente ligado à realeza.
O longa estrelado por Jaafar Jackson, teve uma sexta-feira impressionante, arrecadando US$ 3,4 milhões, um salto expressivo de +112,5% em relação à quinta-feira. Mesmo com bom clima que normalmente afasta o público dos cinemas o filme mostrou força e mobilização.
O crescimento que surpreende o mercado
Em apenas três dias, MICHAEL já soma cerca de US$ 7,5 milhões, superando o desempenho de Bohemian Rhapsody no mesmo período, que havia alcançado US$ 6,8 milhões. A comparação não é pequena: “Bohemian Rhapsody” era, até então, uma das maiores referências de sucesso entre cinebiografias musicais.
O crescimento rápido indica algo além de curiosidade inicial. Há um forte engajamento do público, impulsionado tanto pela base de fãs quanto por uma nova geração que está descobrindo o impacto de Michael Jackson através do cinema.
Caminho para um recorde histórico
As projeções apontam que MICHAEL pode alcançar entre US$ 13 milhões e US$ 15 milhões em cinco dias apenas no Reino Unido. Se confirmado, o filme ultrapassará os US$ 12,5 milhões de “Bohemian Rhapsody” e se tornará a maior estreia da história para uma cinebiografia musical no país.
Mais do que números, esse desempenho reforça um ponto claro: o legado de MICHAEL JACKSON continua atual, relevante e capaz de mobilizar multidões — mesmo anos após sua morte. O Rei do Pop, mais uma vez, mostra que seu alcance vai muito além da música e atravessa gerações, telas e fronteiras.
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