A força de Michael Jackson voltou a ser sentida no mundo inteiro. O sucesso da cinebiografia MICHAEL, que chegou aos cinemas brasileiros com enorme expectativa, já entrou para a história do cinema mundial e está transformando o Rei do Pop novamente em um fenômeno absoluto da cultura pop.
O longa ultrapassa nesta sexta-feira a marca de US$ 500 milhões em bilheteria global, tornando-se apenas o sétimo filme biográfico da história a alcançar esse feito. O número impressiona ainda mais porque o filme ainda nem estreou em dois mercados considerados gigantes para produções musicais: Coreia do Sul e Japão.
Até o momento, o filme acumula US$ 283,9 milhões internacionalmente, somados aos US$ 204 milhões arrecadados nos Estados Unidos, alcançando um total global de US$ 487,9 milhões. Tudo isso com um orçamento de produção estimado em US$ 200 milhões, sem incluir os custos de marketing.
O filme que recolocou Michael Jackson no centro da cultura pop
O impacto da produção estrelada por Jaafar Jackson vai muito além dos cinemas. O longa dirigido por Antoine Fuqua reacendeu o interesse mundial pela obra de Michael Jackson e provocou uma explosão de consumo nas plataformas digitais.
Enquanto os cinemas seguem lotados, o catálogo do artista voltou a dominar o Spotify, Apple Music e YouTube. Clássicos como Billie Jean, Beat It, Smooth Criminal e Thriller dispararam novamente nas paradas globais.
O sucesso também já começa a colocar o longa entre os filmes biográficos mais rentáveis da história do cinema. Neste sábado, Michael deve superar a arrecadação global de O Regresso, que encerrou sua trajetória com aproximadamente US$ 533 milhões.
Já no domingo, o filme também deve ultrapassar Sniper Americano, que arrecadou cerca de US$ 547,7 milhões mundialmente, assumindo assim o posto de quinta maior cinebiografia da história do cinema.
O mundo ainda aguarda Coreia e Japão
Os próximos passos da bilheteria mundial podem transformar o filme em algo ainda maior. Analistas do mercado já trabalham com projeções extremamente altas para as próximas semanas.
A expectativa é que o longa ultrapasse US$ 600 milhões globalmente já na próxima semana, enquanto a marca de US$ 700 milhões é vista como praticamente garantida.
Agora, todas as atenções estão voltadas para os lançamentos na Coreia do Sul e no Japão, dois países conhecidos pelo enorme consumo de produções musicais. A comparação mais forte acontece com Bohemian Rhapsody, cinebiografia do grupo Queen que se tornou um fenôeno gigantesco nesses territórios.
Na Coreia do Sul, Bohemian Rhapsody arrecadou cerca de US$ 74 milhões, enquanto no Japão o longa ultrapassou impressionantes US$ 115 milhões. Caso Michael consiga repetir um desempenho parecido, o filme poderá entrar definitivamente na corrida pelo US$ 1 bilhão mundial.
Mesmo com a chegada dos grandes blockbusters do verão norte-americano e a perda gradual das salas IMAX, a produção segue demonstrando força impressionante nas bilheterias globais.
Décadas depois de revolucionar a música, os videoclipes e os palcos, Michael Jackson agora também reafirma seu impacto histórico no cinema. E os números mostram que o mundo ainda continua fascinado pelo Rei do Pop.




