O filme baseado na vida de Michael Jackson ultrapassou oficialmente a marca de US$ 900 milhões em bilheteria mundial, consolidando-se como um dos maiores sucessos cinematográficos dos últimos anos.
O resultado amplia ainda mais o recorde de maior arrecadação da história da Lionsgate e coloca o longa cada vez mais próximo de um novo objetivo: tornar-se a maior cinebiografia musical de todos os tempos.
A corrida para superar Bohemian Rhapsody
Atualmente, MICHAEL está a apenas US$ 11 milhões de ultrapassar os US$ 911 milhões arrecadados por Bohemian Rhapsody, produção sobre Freddie Mercury e o Queen que ocupa o topo do ranking das cinebiografias musicais.
Os números mostram a força global do projeto:
• US$ 544,8 milhões arrecadados internacionalmente
• US$ 355,2 milhões nos Estados Unidos
• Mais de US$ 10 milhões arrecadados na Rússia
Somados, esses valores colocam o filme acima dos US$ 900 milhões em apenas sete semanas de exibição.
Os países que mais impulsionaram o sucesso
O desempenho internacional tem sido fundamental para o crescimento da produção. Entre os mercados mais fortes estão:
Reino Unido — US$ 68 milhões
França — US$ 54,3 milhões
Alemanha — US$ 34,4 milhões
Brasil — US$ 32,2 milhões
México — US$ 31,4 milhões
Austrália — US$ 30,7 milhões
Itália — US$ 29,1 milhões
Espanha — US$ 26,1 milhões
Colômbia — US$ 14,3 milhões
Holanda — US$ 14 milhões
Coreia do Sul — US$ 11,2 milhões
China — US$ 10,3 milhões
Rússia — US$ 10 milhões
Emirados Árabes Unidos — US$ 9,7 milhões
Peru — US$ 9,6 milhões
Índia — US$ 8,3 milhões
Suíça — US$ 8 milhões
Bélgica — US$ 7,4 milhões
Outro detalhe importante é que o filme estreia nesta semana no Japão, mercado onde Michael Jackson sempre teve enorme popularidade e que pode ser decisivo para a próxima grande conquista.
Com a barreira dos US$ 900 milhões já superada e o lançamento japonês prestes a acontecer, MICHAEL caminha para ultrapassar Bohemian Rhapsody, assumir o posto de maior cinebiografia musical da história e, quem sabe, alcançar a simbólica marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial.
Sete semanas após a estreia, o fenômeno continua crescendo e reforçando uma realidade difícil de ignorar: o legado de Michael Jackson permanece entre os mais poderosos da história do entretenimento.




